| Código: | LEBA20430 | Sigla: | G | |
| Área Científica: | Formação na Área de Docência - CN, HST e GP | |||
| Área de Ensino: | Ciências Matemáticas e Naturais |
| Sigla | Nº de Estudantes | Plano de Estudos | Ano Curricular | Créditos | Horas Contacto | Horas Totais |
|---|---|---|---|---|---|---|
| LEBA1 | 11 | Despacho n.º 7346/2020 | 3º | 5 | ||
| Despacho nº 15080/2014 | 3º | 5 | 60 | 135 |
| Teórico-Práticas: | 65,75 |
Docência - Horas Semanais
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Docência - Responsabilidades
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Português
- Sistematizar os conhecimentos que os alunos dispõem sobre as questões geográficas e aprofundar, tanto quanto possível, esses conhecimentos, atendendo ao tempo disponível, ao nível e à natureza do curso ministrado;
- Suscitar novas questões sobre a realidade espacial e redimensionar conhecimentos já adquiridos;
- Traçar um quadro geral dos recursos naturais e humanos existentes, e compreender como interagem por forma a darem corpo às actuais organizações espaciais;
- Motivar o estudo das questões espaciais, e compreender as necessidades de planeamento de organização espacial;
- Cultivar o espírito crítico necessário ao estudo e análise de problemas tão abrangentes;
- Questionar a importância dos conteúdos de carácter geográfico, especialmente a nível da compreensão do meio local, regional e nacional, nos vários níveis de ensino ( Pré-Escolar; 1º ciclo do ensino básico; 2º ciclo do ensino básico).
1. Introdução
1.1. As finalidades da Educação Geográfica na Educação Pré-escolar e no Ensino Básico
1.2. A Geografia e as orientações curriculares para o Pré-escolar e, também, as propostas programáticas dos 1º e 2º Ciclos do Ensino Básico
2. Os conceitos básicos e os método em Geografia; os instrumentos de análise geográfica
2.1 Os conceitos fundamentais da Geografia: localização e lugar; meio, paisagem, espaço geográfico, território; o conceito de região; a distribuição e a organização espacial;
2.2 Os métodos de análise geográfica: escalas e níveis de análise; processos de observação e recolha de dados geográficos; o trabalho de campo e os percursos.
2.3 Técnicas de análise geográfica: inquéritos e entrevistas; tratamento e a representação gráfica de dados geográficos; a representação cartográfica; a leitura, uso e construção de plantas e mapas.
3. Espaço geográfico de Portugal
3.1. O território português e a sua posição
3.1.1. Localização e posição do território português
3.1.2. Individualização no contexto peninsular. Posição no contexto europeu.
3.2. Os sistemas físicos
3.2.1. Relevo: morfologia, litologia e estrutura ; morfologia litoral
3.2.2. Hidrografia e recursos hídricos
3.2.3. Estados de tempo e contrastes climáticos
3.2.4. Cobertura vegetal natural
3.3. Espaços humanizados
3.3.1. População e ocupação do território
3.3.2. Espaços urbanizados e a rede urbana nacional
3.3.3. Actividades económicas: agricultura e uso da terra
3.3.4. Actividades económicas: indústria, comércio e serviços
3.3.5. As redes e os fluxos: os fluxos de bens e serviços; as redes de transporte e comunicação
3.4. O ambiente e a acção humana sobre o ambiente natural
3.4.1. Recursos naturais e sua utilização
3.4.2. Problemas ambientais; a protecção da natureza.
3.4.3. Catástrofes naturais e ambientais: sensibilização e prevenção
Os conteúdos abordados no ponto 1 do programa permitem trabalhar a importância que as questões de natureza geográfica têm nos vários níveis de escolaridade, desde o pré-escolar até ao 2º ciclo do ensino básico. Os conteúdos que integram o ponto 2 do programa permitem sistematizar os conhecimentos que os alunos dispõem sobre as questões geográficas e aprofundá-los. Os conteúdos que são trabalhados no ponto 3 do programa contribuem para traçar um quadro geral dos recursos naturais e humanos existentes, a nível nacional, e para compreender como interagem por forma a darem corpo aos atuais padrões de organização espacial. O desenvolvimento do espírito crítico, da capacidade de questionamento e a promoção da motivação para o estudo das questões espaciais são tranversais a todo o programa.
As aulas têm uma duração de 120 minutos e assumirão um carácter teórico-prático. Partindo do princípio que é através da reflexão/acção que a aprendizagem se torna significativa, esta disciplina tem uma componente reflexiva/prática/interactiva forte. Assim, está estruturada de forma a que haja oportunidade de realizar actividades diversas, que serão analisadas e discutidas em termos dos conhecimentos/experiência dos participantes e da componente teórica desenvolvida.
Os trabalhos práticos irão sendo realizados ao longo das aulas, à medida que o desenvolvimento dos temas o justificar, e poderão ser de natureza diversa, nomeadamente, análise e discussão de textos; tratamento e interpretação de dados estatísticos; observações indirectas, através de imagens; elaboração e/ou análise de documentos cartográficos; visitas de estudo e percursos pedestres, entre outros.
AVALIACÃO
A avaliação basear-se-á: a) na realização/apresentação de um trabalho em grupo com exposição oral, 50%; b) numa avaliação individual, constituída por uma frequência, no final do semestre, 50%.
Sugestão de temas para os trabalhos em grupo:
- tratamento de conteúdos do ponto 3.1; 3.2; 3.3 e 3.4 do programa, segundo metodologia a discutir com o docente. O trabalho deverá incluir uma breve exposição oral e um relatório escrito. A componente escrita será avaliada quanto aos aspectos formais e conteúdo científico.
As aulas têm um carácter teórico-prático permitindo que esta disciplina tenha uma componente reflexiva/prática/interactiva forte. Esta abordagem metodológica permite o desenvolvimento do espírito crítico, da capacidade de questionamento e a promoção da motivação para o estudo das questões espaciai
A realização de actividades diversas - análise e discussão de textos; tratamento e interpretação de dados estatísticos; observações indirectas, através de imagens; elaboração e/ou análise de documentos cartográficos; visitas de estudo e percursos pedestres, entre outros - que serão analisadas e discutidas em termos dos conhecimentos/experiência dos participantes e da componente teórica desenvolvida, permite, não só, uma sistematização dos conhecimentos existentes mas também um aprofundamento do conhecimento do quadro geral dos recursos naturais e humanos existentes, a nível nacional, e a compreensão das actuais organizações espaciais.
A utilização de documentos de referência ao nível do sistema educativo português permite também questionar a importância dos conteúdos de carácter geográfico, especialmente a nível da compreensão do meio local, regional e nacional, nos vários níveis de ensino ( Pré-Escolar; 1º ciclo do ensino básico; 2º ciclo do ensino básico).BRITO, RAQUEL SOEIRO DE, ( 1994) - Portugal: perfil geográfico, Referência, Ed. Estampa, Lisboa
DAVEAU, S., (1995) - Portugal Geográfico, Ed. João Sá da Costa, Lisboa
LEMA, P.; REBELO, F (1997) - Geografia de Portual ¿ Meio Físico e Recursos Naturais, Universidade Aberta, Lisboa
MEDEIROS, CARLOS ALBERTO (Direcção) (2005) ¿ Geografia de Portugal, (4 Vol), Círculo de Leitores, Lisboa
MEDEIROS, C. A., (1996) - Geografia de Portugal: ambiente natural e ocupação humana. Uma introdução, 4ª ed., Imprensa Universitária, Ed. Estampa, Lisboa
O(s) docente(s) procedeu(procederam) pontualmente a adaptações necessárias no que respeita a metodologia, incluindo a avaliação, integradas na FUC e explicitadas com os estudantes, considerando o seguinte contexto:
- Adoção do ensino a distância, "excetuando-se as avaliações que possam decorrer nesse período e que se manterão presenciais, bem como atividades letivas que os docentes considerem que não podem acontecer na modalidade a distância" em nota informativa do Sr. Subdiretor da ESE-IPSantarém de 21 de dezembro de 2020;
- Manutenção do ensino a distância, salvo para avaliações ou atividades que não fossem possíveis de realizar a distância, no âmbito das medidas de prevenção e mitigação da pandemia da Civid-19 e de proteção da comunidade educativa referidas a 7 de janeiro de 2021 pelo Sr. Presidente do IPSantarém e pela Sra. Diretora da ESE-IPSantarém, com manutenção destas condições em nota informativa de 15 de janeiro de 2021;
- Suspensão das atividades letivas e não letivas presenciais determinada pelo Governo a 21 de janeiro de 2021 referida pelas "Recomendação às instituições científicas e de ensino superior no contexto das medidas extraordinárias do estado de emergência" da DGES, em 21 de janeiro de 2021.