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Fundamentos Bio-Neuro-Fisiológicos da Ação Motora

Código: GOD6103    Sigla: FBNFAM
Área Científica: Ciências do Desporto

Ocorrência: 2026/27 - 1S

Área de Ensino: Ciências do Desporto

Cursos

Sigla Nº de Estudantes Plano de Estudos Ano Curricular Créditos Horas Contacto Horas Totais
LLGO1 48 DGES - R/A-EF 584/2011/AL03, de 06/07/2026 1º 3 26 75

Horas Efetivamente Lecionadas

GOD-1-T1

Ensino Teórico: 0,00
Teórico-Práticas: 0,00

Docência - Horas Semanais

Ensino Teórico: 0,86
Teórico-Práticas: 0,86

Tipo Docente Turmas Horas
Ensino Teórico Totais 1 0,86
António Manuel da Silva Moreira - ESD   0,87
Teórico-Práticas Totais 1 0,86
António Manuel da Silva Moreira - ESD   0,87

Docência - Responsabilidades

Docente Responsabilidade
António Manuel da Silva Moreira - ESD Responsável

Objetivos de aprendizagem e a sua compatibilidade com o método de ensino (conhecimentos, aptidões e competências a desenvolver pelos estudantes)

A relação do Licenciado em GOD, com outros intervenientes no seu campo de ação obriga a que seja possível estabelecer um referencial de comunicação quer com os utilizadores das organizações, quer com os promotores da relação pedagógica no campo do desporto, nomeadamente treinadores e professores, quer com os praticantes ou os responsáveis pelos praticantes, (pais ou tutores).
Nesse sentido é obrigatório que o Lic. Em GOD compreenda os fundamentos da dimensão bio-fisiológica da Acão Motora, definida numa dimensão praxeológica por Pierre Parlebas.
Esta unidade curricular deverá fornecer ao aluno os conhecimentos de base no domínio das funções bio-neuro-fisiológica que determinam o funcionamento e desenvolvimento do ser humano evidenciando as contribuições dos diferentes órgãos e sistemas na manutenção da saúde, na prevenção da doença e na adoção de um estilo de vida saudável

Conteúdos programáticos

Uma metodologia para avaliar sistemas aparentemente distintos (biológicos, sociais, económicos, tecnológicos) partilham princípios organizacionais comuns, como a auto-organização, a retroação (feedback), a emergência e a adaptação. - O Macroscópio

Os sistemas vivos, e a necessidade de manutenção da homeostasia como condição subjacente à vida. O desenvolvimento ontogenético do ser humano.

Formas de Sistematização do Corpo Humano: Anatomia, Fisiologia, Neurologia, Imunologia

Do Pensamento à Acão ¿ Estrutura Músculo -Esquelética, Estrutura Nervosa e Estrutura CardioPulmonar
As estruturas responsáveis pelo interação entre o funcionamento e as interações.

Os mecanismos regulatórios do Funcionamento do Corpo Humano, do repouso ao movimento

O papel do Sistema Nervoso, Sistema Hormonal e Sistema Excretor.

Taxonomias das Situações motoras, Necessidade de uma epistemologia para a fundamentação das Ciências do Desporto

Modelo do Valor Físico, integração das estruturas morfo-funcionais na acção motora.

Demonstração da coerência dos conteúdos programáticos com os objetivos de aprendizagem da unidade curricular

O programa da unidade curricular é elaborado com base no domínio abrangente que o regente deve ter sobre a área de conhecimento sobre o qual versa a Unidade Curricular em questão. A relação entre a escolha dos conteúdos programáticos e os objetivos de aprendizagem é por isso inerente e ubíqua durante todo o processo de elaboração do programa e de reflexão sobre os objetivos pretendidos para quem realiza a Unidade Curricular.
Todos os conteúdos programáticos em diferentes momentos do processo, e com a integração própria de cada aluno, resultado da estimulação do processo conduzido pelo docente contribuem para a modificação do estádio de conhecimento e competências traduzidos nos objetivos da unidade curricular.
A coerência destes é resultada da reflexão que levou à construção do programa da unidade curricular, e não é passível, nem desejável que se demonstre em 1000 carateres.

Metodologias de ensino e de aprendizagem específicas da unidade curricular articuladas com o modelo pedagógico

Aulas Teóricas e Teórico-práticas. E-learning. Preferencialmente promovendo a utilização de plataformas de gestão de aprendizagens, nomeadamente do Moodle da Cadeira. Avaliação Contínua. Questionamento e estimulação dos estudantes para a escuta ativa. Tarefas: Os estudantes deverão participar com entusiasmo nas tarefas propostas durante as aulas


Avaliação

Avaliação.


Os alunos deverão no início da cadeira assinalar se pretendem o regime de avaliação contínua ou final, ou se tiverem acesso a contratualização para o regime especial de frequência. 

A avaliação contínua:

Para ter acesso à avaliação contínua os alunos terão de ter no mínimo 80% de presenças nas aulas.
A avaliação contínua consistirá na realização de pelo menos três fichas de trabalho, e de uma prova oral. Durante a lecionação das aulas práticas os docentes poderão usar estratégias de aprendizagem ativa, nomeadamente a realização de fichas de trabalho, apresentações orais e/ou trabalhos individuais ou em grupo, bem como o recurso ao questionamento. 
Para a realização de cada ficha de trabaho(e manutenção da continuidade da avaliação contínua) os alunos terão de satisfazer a realização de pelo menos 2/3 das tarefas propostas pelo docente.
A Classificação da Cadeira corresponderá à média ponderada da avaliação escrita (Fichas de trabalho) e
da prova oral, sendo as ponderações de 30 e 70%, respetivamente.

A avaliação Final:
Para ter acesso ao exame da época normal os alunos terão de ter no mínimo 80% de presenças nas aulas. A avaliação final constará de uma prova oral e de uma prova escrita. Os alunos terão de ter nota superior a 9,5 em ambas as provas. A classificação final será o resultado da média ponderada da classificação obtida em cada prova, com a ponderação de 70% para a prova oral e 30% para a prova escrita. Os alunos só são admitidos à prova escrita se tiverem nota igual ou superior a 9,5 valores na prova oral.

A Avaliação na época de recurso ou especial serão as mesmas que as da avaliação final sem as restrições da obrigatoriedade das presenças.

Demonstração da coerência das metodologias de ensino e avaliação com os objetivos de aprendizagem da unidade curricular

O programa da unidade curricular é elaborado com base no domínio abrangente que o regente deve ter sobre a área de conhecimento sobre o qual versa a Unidade Curricular em questão. A relação entre a escolha dos conteúdos programáticos e os objetivos de aprendizagem é por isso inerente e ubíqua durante todo o processo de elaboração do programa e de reflexão sobre os objetivos pretendidos para quem realiza a Unidade Curricular.
Todos os conteúdos programáticos em diferentes momentos do processo, e com a integração própria de cada aluno, resultado da estimulação do processo conduzido pelo docente contribuem para a modificação do estádio de conhecimento e competências traduzidos nos objetivos da unidade curricular.
A coerência destes é resultada da reflexão que levou à construção do programa da unidade curricular, e não é passível, nem desejável que se demonstre em 1000 carateres.

Bibliografia de consulta (existência obrigatória)

Rosnay, J. D. As Origens da Vida-do Átomo à Célula,  1995.

Rosnay, J., D. O macroscópio: para uma visão global. Estratégias Criativas, 2006

Correia, P.; Espanha, M. (2010). Aparelho Locomotor ¿ Volume 1. Anatomofisiologia dos sistemas nervoso, osteoarticular e muscular. Lisboa FMH. 

Correia, P.; Espanha, M. (2012). Aparelho Locomotor ¿ Volume 2. Funções neuromusculares e adaptações à actividade física. Lisboa FMH

Parlebas, Pierre (1999) Jeux, Sports et sociétés. Lexique de praxiologie motrice. Collection Recherche: Paris, INSEP.

Observações