| Código: | LEBA10107 | Sigla: | NO | |
| Área Científica: | Formação na Área de Docência - Matemática | |||
| Área de Ensino: | Ciências Matemáticas e Naturais |
| Sigla | Nº de Estudantes | Plano de Estudos | Ano Curricular | Créditos | Horas Contacto | Horas Totais |
|---|---|---|---|---|---|---|
| LEBA1 | 58 | Despacho nº 15080/2014 | 1º | 5 | 60 | 135 |
| Despacho nº12734/2010 | 1º | 5 |
| Ensino Teórico: | 35,00 |
| Teórico-Práticas: | 35,00 |
| Ensino Teórico: | 35,00 |
| Teórico-Práticas: | 35,00 |
Docência - Horas Semanais
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Docência - Responsabilidades
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Português
Esta unidade curricular tem como finalidade aprofundar o conhecimento matemático dos formandos sobre números e operações, indispensável na formação do cidadão matematicamente competente. Desta forma, espera-se que os formandos adquiram a capacidade de: O1. desenvolver o gosto pela Matemática, para que possam no futuro promover esse mesmo gosto nos seus alunos, proporcionando a articulação entre a Matemática e a vida real e incentivando-os a resolver problemas e a explicitar os processos de raciocínio; O2. enquadrar historicamente os conjuntos de números e procedimentos de cálculo; O3. desenvolver a sua compreensão global dos números e operações; O4. usar a compreensão que têm dos números para fazer julgamentos matemáticos e desenvolver estratégias flexíveis de cálculo; O5. desenvolver a capacidade de identificar, definir e discutir conceitos e procedimentos, bem como de aprofundar a compreensão de conexões entre eles e entre a Matemática e as outras áreas curriculares.
CP1. Extensão do campo numérico. Evolução do conceito de número, significados e representações. CP2. Sentido do número. Compreensão e relação entre números. Dos racionais aos reais. Relações entre números. CP3. Operações e suas propriedades. Desenvolvimento do sentido algébrico de operação. O desenvolvimento de procedimentos informais de cálculo. O cálculo mental e a estimativa. Modelação das operações e suas propriedades através de resolução de situações diversas. A compreensão da extensão das operações com números naturais aos inteiros e aos racionais. A compreensão dos algoritmos (tradicionais e outros).
Todos os conteúdos programáticos visam promover nos formandos a capacidade de desenvolver o gosto pela Matemática, para que possam no futuro promover esse mesmo gosto nos seus alunos, proporcionando a articulação entre a Matemática e a vida real e incentivando-os a resolver problemas e a explicitar os processos de raciocínio (O1.). Através da abordagem à extensão do campo numérico dos naturais aos reais pretende-se que os formandos enquadrem historicamente os conjuntos de números e procedimentos de cálculo (O2.) e desenvolvam a sua compreensão global dos números e operações (O3.). Todos os conteúdos tratados promovem a capacidade de os estudantes usarem a compreensão que têm dos números para fazer julgamentos matemáticos e desenvolver estratégias flexíveis de cálculo (O4.) bem como desenvolvem a capacidade de identificar, definir e discutir conceitos e procedimentos e aprofundar a compreensão de conexões entre eles e entre a Matemática e as outras áreas curriculares (O5.).
O contexto de formação proporcionado nesta unidade curricular visa momentos de trabalho autónomo, individual e em pequenos grupos, e momentos de discussão coletiva com vertentes reflexivas e investigativas. As situações de trabalho em aula têm por base o principal foco desta unidade, o conhecimento matemático relativo aos números e suas operações. Além disto, será dado destaque às conexões matemáticas entre os diferentes conceitos e relações dos diversos conteúdos programáticos pois é através do reconhecimento da Matemática como um todo integrado que os formandos concretizam uma aprendizagem da matemática com compreensão. A avaliação tem por base a realização de a) testes individuais de avaliação (80%) e b) outras tarefas individuais ou de grupo (20%).
De modo a atingir os objetivos mencionados pretende-se proporcionar aos formandos um espaço onde possam elaborar e discutir tarefas que lhes permitam desenvolver o seu conhecimento matemático relativo ao sentido de número favorecendo e aprofundando a sua compreensão sobre o tema e contribuindo para uma atitude positiva face à atividade matemática. Uma vez que o contexto de formação fomentado nesta unidade curricular visa momentos de trabalho individual e em pequenos grupos, assim como momentos de discussão coletiva então tais situações de trabalho favorecerão a compreensão dos conteúdos matemáticos, nomeadamente a compreensão sobre o conhecimento de conceitos, técnicas e processos matemáticos fundamentais relativamente aos números aos números e suas operações. Esta unidade curricular tem uma carga horária de 135 horas. Destas 135 horas, 60 são horas de contacto direto e 75 horas de trabalho autónomo. Estas últimas horas serão repartidas em estudo para os testes individuais de avaliação(55h), realização de tarefas individuais e de grupo (10h) e estudo de bibliografia especializada (10h).
Palhares, P. (Coord.) (2004). Elementos de Matemática para Professores do Ensino Básico. Lisboa: Lidel. Palhares, P. (Coord.) (2011). Complementos de Matemática para Professores do Ensino Básico. Lisboa: Lidel. Reis, R., & Fonseca, M. J. (2000). Números e Operações. Lisboa: Universidade Aberta. Abrantes, P., Serrazina, L., & Oliveira, I. (1999). A Matemática na educação básica. Lisboa: Ministério da Educação.
Na sequência da suspensão das atividades letivas e não letivas com presença de estudantes em todas as instituições de Ensino Superior iniciada no dia 16 de março de 2020, no âmbito das medidas extraordinárias e de caráter urgente do Governo em resposta à situação epidemiológica do novo coronavírus/Covid-19, reavaliada a 9 de abril e com base no deliberado pelo despacho nº 82/2020, de 11 de março, e pelo despacho n.º 115/2020, de 9 de abril, do Sr. Presidente Interino do Instituto Politécnico de Santarém, esclarece-se que a unidade curricular passou a funcionar num processo de ensino-aprendizagem a distância desde essa data e até final do período letivo de 2.º semestre, sendo assegurada a interação entre estudantes e docentes por via digital, suportada por diferentes ferramentas. Neste contexto, o docente procede às adaptações necessárias no que respeita a metodologia, incluindo a avaliação, sendo estas integradas na FUC e explicitadas com os estudantes.