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Educação Física I

Código: LEBA20412    Sigla: EF 1
Área Científica: Formação na Área de Docência - Expressões

Ocorrência: 2017/18 - 2S

Área de Ensino: Artes Visuais Performativas e Motricidade Humana

Cursos

Sigla Nº de Estudantes Plano de Estudos Ano Curricular Créditos Horas Contacto Horas Totais
LEBA1 46 Despacho nº 15080/2014 4 48 108

Horas Efetivamente Lecionadas

TLEBA1S1

Ensino Teórico: 13,00
Teórico-Práticas: 78,00
Atendimento a estudantes: 0,00

Docência - Horas Semanais

Ensino Teórico: 1,00
Teórico-Práticas: 2,70
Atendimento a estudantes: 6,40

Tipo Docente Turmas Horas
Ensino Teórico Totais 1 1,00
David Paulo Ramalheira Catela - ESD   1,00
Teórico-Práticas Totais 2 5,40
David Paulo Ramalheira Catela - ESD   2,70
Atendimento a estudantes Totais 1 6,40

Língua de Ensino

Português

Objetivos de aprendizagem e a sua compatibilidade com o método de ensino (conhecimentos, aptidões e competências a desenvolver pelos estudantes)

Conhecer a estratégia reprodutiva da espécie humana bem o padrão de evolução das proporções corporais e compreender as suas consequências no padrão de desenvolvimento motor na 1.ª infância.
Conhecer as principais aquisições morfológicas, sensoriais, percetivas e motoras filogenéticas na espécie humana, e compreender as consequentes potencialidades e fragilidades estruturais e funcionais no desenvolvimento na infância.
Conhecer o padrão de crescimento dos sistemas nervoso, físico e hormonal na infância e compreender seus constrangimentos no desenvolvimento percetivo-motor da criança, bem como na definição e seleção de objetivos de aprendizagem.
Conhecer e saber identificar as habilidades motoras essenciais no desenvolvimento motor típico na infância e seus períodos críticos de estimulação, bem como as consequências na organização do contexto de vivência e de ensino-aprendizagem na infância.
Conhecer e saber identificar as capacidades coordenativas essenciais no desenvolvimento motor típico na infância e seus períodos críticos de estimulação, bem como as consequências na organização do contexto de vivência e de ensino-aprendizagem na infância.
Conhecer os mecanismos percetivos essenciais para a deteção de informação no envolvimento, e a regulação e o ajustamento da ação motora da criança, e seus períodos críticos de estimulação, bem como as consequências na organização do contexto de vivência e de ensino-aprendizagem na infância.
Conhecer e saber identificar os tipos de brincar e seus períodos críticos no desenvolvimento do comportamento lúdico na criança, e sua relação com o desenvolvimento cognitivo, social e cultural em contexto de vivência e de ensino-aprendizagem na infância.
Conhecer técnicas corporais de meditação e compreender a sua influência nos mecanismos de regulação do nível de vigilância em estados emocionais negativos, bem como as suas vantagens em contexto educacional e de desenvolvimento emocional atípico na infância.
Compreender o papel do contacto físico no desenvolvimento emocional e social da criança, e conhecer os principais modos de interação física cinésica e proxémica.
Conhecer os mecanismos percetivos e neuronais, e compreender o papel da imitação na aprendizagem de gestemas e praxemas e no desenvolvimento da comunicação não verbal na infância, em contexto parental e educacional.
Conhecer as desordens motoras predominantes e saber identificar indicadores percetivo-motores de desenvolvimento e aprendizagem atípicos na infância.
Conhecer as normas essenciais de instalação e de segurança dos espaços lúdicos para a infância e suas potencialidades no desenvolvimento motor, lúdico, estético e social da criança.
Conhecer os principais aspectos ergonómicos para a saúde estrutural e funcional de posturas na criança, em contexto informal e escolar.

Conteúdos programáticos

Estratégia reprodutiva humana e dependência do desenvolvimento das capacidades sensoriais, percetivas e motoras da estimulação funcional na 1.ª infância.
Evolução dos mecanismos sensoriais e percetivos e das estruturas ósseas e funcionais na espécie humana com influência nas estratégias de estimulação funcional para o desenvolvimento percetivo-motor na infância.
Anamnese durante a gestação e indicadores biológicos ao nascimento (duração da gestação, peso, APGAR), e sua relação com o desenvolvimento motor na infância.
As curvas de distância do crescimento físico e dos sistemas nervoso e hormonal na gestação e na infância.
Consequências do padrão crescimento físico na aprendizagem e controlo das habilidades motoras.
Consequências do padrão de desenvolvimento do sistema nervoso na aprendizagem e controlo das capacidades coordenativas e das habilidades motoras.
Consequências do padrão de regulação do sistema hormonal na aprendizagem e controlo das capacidades condicionais.
Habilidades motoras que são marcos no desenvolvimento motor na infância e sua coocorrência com marcos do desenvolvimento cognitivo, afetivo e social.
Affordances e constrangimentos físicos, parentais e sociais no desenvolvimento motor na infância.
Técnicas de estimulação e affordances e constrangimentos físicos, parentais e culturais para afinamento das habilidades motoras reflexas e rudimentares (posturais, locomotoras e manipulativas).
Mecanismos sensoriais e percetivos e sua estimulação para a regulação do movimento e para a aquisição de habilidades motoras- consequências em contexto lúdico e de ensino-aprendizagem.
Técnicas de estimulação e affordances e constrangimentos físicos, parentais e culturais para afinamento de capacidades coordenativas (lateralidade, orientação espacial, ritmo, equilíbrio, sincronização).
Affordances físicas, cognitivas, educacionais, geracionais e sociais, e papel da estimulação percetivo-motora funcional nos distintos tipos de brincar (físico, funcional, paralelo, cooperativo, de construção).
Affordances físicas, educacionais e sociais e papel da prática e do brincar deliberados na consolidação e aperfeiçoamento das habilidades psico-motoras e socio-motoras.
Técnicas de controlo respiratório e regulação psicofisiológica do sistema cardio-respiratório.
Efeito do controlo respiratório no estado de vigilância e na capacidade de coping adaptativo.
Gestão proxémica dos espaços íntimo, pessoal, social e público na comunicação não verbal entre educador(a) e criança, em contexto social e escolar, e diferenças culturais essenciais.
Regulação dos vários modos de contacto físico entre educador(a) e criança, no contexto da teoria da reciprocidade e do desenvolvimento emocional e social na infância.
Técnicas e efeito do contacto físico no estado de vigilância e na capacidade de coping adaptativo.
Estimulação da imitação de expressões faciais na 1.ª infância e efeito na interação parental e social.
Principais tipos e indicadores de desenvolvimento motor atípico na 1.º infância (hipotonia, dispraxia, paralisia cerebral).
Efeitos da desordem coordenativa no desenvolvimento na aprendizagem escolar, no desenvolvimento psicológico e nas interações sociais.
Definição e registos anedóticos na deteção de provável desordem coordenativa no desenvolvimento.
Normas principais para análise da qualidade de espaços lúdicos para a infância.
Indicadores de qualidade funcional, estética e de socialização de espaços lúdicos para a infância.
Aspectos ergonómicos de transporte de implementos na infância.
Aspectos ergonómicos de uso de instrumentos na infância.
Aspectos ergonómicos de uso de mobiliário na infância.

Demonstração da coerência dos conteúdos programáticos com os objetivos de aprendizagem da unidade curricular

Os conteúdos programáticos permitirão ao/à estudante adquirir as ferramentas básicas para avaliar e/ou implementar estratégias e ações, conducentes a uma compreensão do papel do desenvolvimento motor na infância no desenvolvimento da criança, e a uma mais ajustada capacidade de intervenção no desenvolvimento da criança, através no papel do corpo, das atividades motoras e lúdicas. Objetivos e conteúdos estão articulados nos seguintes módulos: crescimento físico e maturação, desenvolvimento das habilidades motoras, desenvolvimento lúdico, inteligência sensoriomotora e percetivo-motora, regulação psicofisiológica de estados de vigilância, proxémica, comunicação não verbal, desordens motoras, espaços lúdicos para a infância, ergonomia de equipamentos.

Metodologias de ensino e de aprendizagem específicas da unidade curricular articuladas com o modelo pedagógico

Os conteúdos são transmitidos em regime misto (expositivo e descoberta guiada), com caráter aplicativo. Decorrem em tempo de contacto, com suporte bibliográfico principal disponível on-line e na biblioteca da escola. É incentivada a pesquisa bibliográfica técnica e científica. É incentivada a produção de conhecimento em regime de interdisciplinaridade, e a divulgação de conhecimento produzido em eventos científicos; com supervisão do docente. É incentivado o contacto com agrupamentos de escolas, para recrutamento de amostras e recolha de dados, com supervisão do docente, e no respeito das normas convencionadas para pesquisa com humanos.
A avaliação contínua será centrada no/a estudante, com tarefas baseadas na prática, em pequenos grupos, e através de duas técnicas: fichas de aplicação de conhecimentos, projeto de estudo exploratório/piloto. Os grupos de estudantes mantêm-se para os dois elementos de avaliação contínua. As fichas de aplicação conhecimentos, num total de 10 (dez), são realizadas no final de cada módulo, em regime de resolução de problemas, e decorrem durante tempo de contacto. O projeto de estudo exploratório/piloto é realizado durante o semestre, em regime de descoberta guiada, e a sua prossecução decorrerá integrada na avaliação contínua da uc Educação Física II (Práticas Corporais e Desportivas em Contexto Escolar).
Para se manter em avaliação contínua o/a estudante tem que realizar um mínimo de 8 fichas de aplicação de conhecimentos, em regime presencial. O/A estudante que tiver cumprido as tarefas exigidas na avaliação contínua pode apresentar-se a exame final, seja qual for a classificação que obteve naquela. O/A estudantes tem que obter a classificação mínima de 10 valores na avaliação contínua. Na avaliação contínua, as fichas de aplicação de conhecimentos somam um total de 5 valores (0,5 valores por ficha). O projeto de estudo exploratório/piloto é pontuado até um máximo de 15 valores. A classificação final resultará da soma, arredondada às unidades, da pontuação nas fichas de aplicação de conhecimentos e da no projeto de estudo exploratório/piloto. O projeto de estudo exploratório/piloto deve ser entregue na forma de apresentação, com um máximo de 10 projeções, e ter a seguinte estrutura: (i) enquadramento (conceitos principais e/ou modelo teórico); (ii) síntese de principais estudos, indicando autor(es)/a(s), ano, objetivo, amostra, aspetos metodológicos relevantes, principais resultados, principais conclusões; (iii) questão(ões), objetivo(s) e/ou hipótese(s) do projeto, com fundamentação na informação teórica e empírica recolhida; (iv) desenho experimental, indicando o tipo de estudo; (v) variáveis e respetiva classificação; (vi) tratamento estatístico a aplicar por questão, objetivo ou hipótese, e nível de significância escolhido; (vii) metodologia, incluindo caracterização do perfil da amostra; técnica de recolha e instrumentação empregues; procedimentos (o que foi dito aos participantes, como e quando); protocolo, com a definição e exemplo das categorias definidas e analisadas; (viii) bibliografia citada (formato APA, 6.ª edição). É valorizada a capacidade de síntese e de articulação dos conteúdos, a pertinência da bibliografia selecionada e a fundamentação do problema do estudo, a qualidade e adequabilidade da metodologia a empregar, a qualidade e pertinência do tratamento estatístico a realizar. Recomendações: Recorrer a esquemas para ilustrar modelos teóricos e relações entre variáveis. Recorrer a imagens para ilustrar o(s) instrumento(s) de recolha, o contexto de recolha e/ou comportamentos critério. Frases com um máximo de 7 palavras. Máximo de 3 frases por projeção. Linguagem telegráfica. Exames: Teste escrito individual 10 valores (mais) Defesa Oral de projeto de estudo individual 10 valores. Para aceder à Defesa Oral e ter classificação no(s) Exame(s), o/a estudante tem que obter pontuação mínima de 7 valores no teste escrito. O Teste Escrito é composto por perguntas de desenvolvi


Demonstração da coerência das metodologias de ensino e avaliação com os objetivos de aprendizagem da unidade curricular

O perfil de saída dos/as estudantes do curso Educação Básica requer que estes/as tenham conhecimentos essenciais aos vários níveis do ensino básico (pré-escolar, 1.º ciclo e 2.º ciclo), para a formação na área de docência - Expressões. Adicionalmente, é recomendado que no ensino superior politécnico se envolvam os/as estudantes em atividades de investigação baseadas na prática. Assim, é essencial conciliar este dois fatores na apropriação de conhecimento básicos sobre o desenvolvimento motor na infância. As fichas de aplicação de conhecimentos permitirão aos/às estudantes explorarem de uma forma crítica a aplicabilidade de conceitos e proposições a situações reais da sua futura intervenção profissional, tendo em consideração o padrão de desenvolvimento da criança e o contexto parental, social e escolar em que este decorre. O projeto de estudo exploratório/piloto permitirá aos/às estudantes aprofundar conhecimento sobre os conteúdos de um dos módulos transmitidos, proporcionando o contacto real com crianças, e através deste vivenciar os seus comportamentos (percetivo-motores). O projeto também propicia interdisciplinaridade com a unidade curricular Investigação em Educação e Problemas Sociais.

Bibliografia de consulta (existência obrigatória)

Adolph, K. E., & Berger, S. E. (2005). Physical and motor development. Developmental Science: An Advanced Textbook, 5, 223¿281. http://www.psych.nyu.edu/adolph/publications/2005AdolphBerger%20PhysicalMotorDevelopmentChapter.pdf
Adolph, K. E., & Berger, S. E. (2006). Motor development. Handbook of Child Psychology.http://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1002/9780470147658.chpsy0204/full
Barbour, A. C. (1999). The impact of playground design on the play behaviors of children with differing levels of physical competence. Early Childhood Research Quarterly, 14(1), 75¿98. http://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0885200699800076
Catela, D., & Barreiros, J. (2008). Estudos em desenvolvimento Motor da Criança. Escola Superior de Desporto Rio Maior, ESDMR Edições. https://www.researchgate.net/profile/David_Catela/publication/275971342_Catela_D.__Barreiros_J._(Eds.)_(2008)._Studies_in_Child_Motor_Development._Rio_Maior_Portugal/links/554d0c860cf29752ee82a0bd.pdf
Barros, J., Rodrigues, L., Catela, D., & Seabra, A. P. (2007). Incorporação espacial da raqueta através da vibração. Desenvolvimento Motor Da Criança, 107¿114. https://www.researchgate.net/profile/David_Catela/publication/276090710_Barros_J_Rodrigues_L_Catela_D_Seabra_AP_2007_Incorporacao_espacial_da_raqueta_atraves_da_vibracao_spatial_incorporation_of_the_racket_through_vibration_In_Barreiros_J_Cordovil_R_Carvalheiro_S_Eds_Dese/links/5550c4fd08ae739bdb91fb90.pdf
Barroso, M., Bento, T., & Catela, D. (2014). A orientação em crianças dos 3 aos 5 anos-muito mais que só a idade! Carlos Neto, João Barreiros, Rita Cordovil, & Filipe Melo, Estudos Em Desenvolvimento Motor Da Criança VIII, 279¿285.https://www.researchgate.net/profile/Marisa_Barroso/publication/279199729_Barroso_M_Bento_T_Catela_D_2014_A_Orientacao_em_criancas_dos_3_aos_5_anos_Muito_mais_que_so_idade_The_Orienteering_on_children_from_3_to_5_years_Much_more_than_just_age/links/558f145108ae15962d8b0973.pdf
Bekker, T., Sturm, J., & Eggen, B. (2010). Designing playful interactions for social interaction and physical play. Personal and Ubiquitous Computing, 14(5), 385¿396.http://link.springer.com/article/10.1007/s00779-009-0264-1
Bernardi, L., Wdowczyk-Szulc, J., Valenti, C., Castoldi, S., Passino, C., Spadacini, G., & Sleight, P. (2000). Effects of controlled breathing, mental activity and mental stress with or without verbalization on heart rate variability. Journal of the American College of Cardiology, 35(6), 1462¿1469. http://www.onlinejacc.org/content/35/6/1462.abstract
Bernstein, N. A., Latash, M. L., & Turvey, M. (1996). Dexterity and its development. Taylor & Francis.https://www.researchgate.net/profile/Blandine_Bril2/publication/281272892_The_primacy_of_action_in_development_A_commentary_of_N_Bernstein_Dexterity_and_its_development/links/55ddddf708ae7983897d098a.pdf
Bjorklund, D. F., & Brown, R. D. (1998). Physical Play and Cognitive Development: Integrating Activity, Cognition, and Education. Child Development, 69(3), 604¿606.https://www.researchgate.net/profile/David_Bjorklund/publication/13603804_Physical_Play_and_Cognitive_Development_Integrating_Activity_Cognition_and_Education/links/55cdf30808ae118c85bb8b82.pdf
Blauw-Hospers, C. H., & Hadders-Algra, M. (2005). A systematic review of the effects of early intervention on motor development. Developmental Medicine & Child Neurology, 47(6), 421¿432. http://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1111/j.1469-8749.2005.tb01165.x/full
Branco, M., Catela, D., & Seabra, A. P. (2008). Histerese e variância anómala na transição entre o andar e o correr em crianças e em adultos. Estudos Em Desenvolvimento Motor Da Criança, 121.https://www.researchgate.net/profile/David_Catela/publication/276265410_Branco_M_Catela_D_Seabra_AP_2008_Histerese_e_variancia_anomala_na_transicao_entre_o_andar_e_o_correr_em_criancas_e_em_adultos_Hysteresis_and_anomalous_variance_in_the_transition_between_walk_and_run_i/links/55534aed08aeaaff3bf0cb79.pdf

Bibliografia Complementar

Malina, R.M., Bouchard, C. & Bar-Or, O. (2004). Growth, Maturation, and Physical Activity (2nd Edition). Champaign, Illinois: Human Kinetics Books.
Bogin, B. (1999). Patterns of Human Growth . Cambridge: Cambridge University Press.
Brito, A. P. (2002). Educação Física Infantil: Teoria e Prática. Edição ESDRM.
Calvet, D. (1977). O desenvolvimento psicomotor do bebé. Mira, Sintra: Publicações Europa-América.
Caillois, R. (1967). Les Jeux et les Hommes (pp.42-43). France: Éditions Gallimard.
Van der Köoij (1997). O jogo da criança. In C. Neto, Jogo & Desenvolvimento da Criança. Cruz Quebrada: Edições FMH.
Neto, C. (1995). Motricidade e Jogo na Infância. Rio de Janeiro: Ed. Sprint.
Crépon, P. (1985). Ritmo biológico da criança- do recém-nascido ao adolescente. Lisboa: Verbo.
Gabbard, C. P. (2004). Lifelong Motor Development (Fourth Edition). San Francisco: Pearson/ Benjamin Cummings.
Illingworth, R. S: (1979). Avaliação básica do desenvolvimento. Lisboa: Socicultur.
Lagrange, G. (1977). Manual de Psicomotricidade. Lisboa: Editorial Estampa.
Le Boulch, J. (2001). O desenvolvimento psicomotor. Do nascimento até aos 6 anos. Ed. ARTMED.
Lévy, J. (1974). A Ginástica do Bebé. Publicações Europa-América.
Sheridan, M. D. (1980). From Birth to Five Years. Childrens developmental progress. Windsor, Great Britain: NFER-Nelson Publishing Company Ltd.
Thelen, E., & Smith, L. B. (2002). A Dynamic Systems Approach to the Development of Cognition and Action (pp. 3-20). Cambridge, Massachusetts: MIT Press.
Vários (1985). Temas de Psicomotricidade: 1- Conceitos e Correntes. Cruz Quebrada: ISEF- UTL.
Vários (1987). Temas de Psicomotricidade: 2- Observação Psicomotora. Cruz Quebrada: ISEF- UTL.
Vayer, P. (s/d). O diálogo corporal. Lisboa: Socicultur.