| Código: | LEBA20440 | Sigla: | CTV | |
| Área Científica: | Formação na Área de Docência - CN, HST e GP | |||
| Área de Ensino: | Ciências Matemáticas e Naturais |
| Sigla | Nº de Estudantes | Plano de Estudos | Ano Curricular | Créditos | Horas Contacto | Horas Totais |
|---|---|---|---|---|---|---|
| LEBA1 | 41 | Despacho nº 15080/2014 | 3º | 6 | 72 | 162 |
| Teórico-Práticas: | 146,00 |
| Atendimento a estudantes: | 0,00 |
Docência - Horas Semanais
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Docência - Responsabilidades
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Oa1. Compreender as condições que conduziram à formação da Terra e ao aparecimento da vida na Terra;
Oa2. Utilizar os princípios do raciocínio geológico e identificar as unidades de medida do tempo geológico e as principais etapas da tabela cronostratigráfica;
Oa3. Interpretar e sistematizar os argumentos científicos que Wegener utilizou para fundamentar a deriva dos continentes;
Oa4. Descrever o modelo de funcionamento que suporta a Teoria da Tectónica de Placas;
Oa5. Caracterizar os sismos enquanto expressão do dinamismo da geosfera e reconhecer os seus riscos;
Oa6. Conhecer a constituição do material genético, os processos associados à sua expressão e transmissão dos caracteres hereditários e o seu contributo para a biodiversidade;
Oa7. Explicitar a argumentação e as evidências cientificas que suportam a evolução;
Oa8. Enunciar os principais acontecimentos da vida ao longo da geohistória;
Oa9. Relacionar a biodiversidade como o resultado da pressão seletiva do ambiente sobre os seres vivos;
Oa10. Explicar o funcionamento de alguns processos fisiológicos das plantas e dos animais;
Oa11. Refletir criticamente sobre o impacto do ser humano na sustentabilidade dos recursos naturais que suportam a vida;
Oa12. Discutir os contributos da exploração espacial, enquanto aspiração do ser humano, para a sustentabilidade da vida na Terra e o progresso da ciência e da tecnologia.
CP1.1. Do big bang à origem da vida na Terra.
CP1.2. A medida do tempo geológico e a tabela cronoestratigráfica.
CP1.3. Condições geológicas que suportam a vida.
CP1.3.1. Da deriva dos continentes à tectónica de placas.
CP1.3.2. Riscos geológicos à vida: os sismos.CP2.1. Material genético: O código e a expressão da vida e a transmissão dos caracteres hereditários.
CP2.2. A evolução biológica.
CP2.3. Grandes etapas da vida.
Os conteúdos, organizados em três temas (CP1, CP2 e CP3), visam que os estudantes desenvolvam uma visão integrada da origem da vida, do significado de tempo geológico e das condições geológicas que suportam a vida (Oa1 a Oa5; CP1.), da evolução e diversidade biológica (Oa6 a Oa10; CP2.) e do futuro da vida (Oa11 e Oa12, CP.3) Para a exploração da origem da vida (CP1.), os estudantes serão envolvidos em momentos de aprendizagem sobre as condições que conduziram ao aparecimento da vida na Terra (Oa1; CP1.1). A visão integrada do tempo que decorreu desde o Big Bang até à atualidade fará com que compreendam o significado de tempo geológico, associado à noção de escala, para identificarem as unidades de medida do tempo geológico e as principais etapas da tabela cronostratigráfica (Oa2; CP1.2.). Devem compreender que, para a existência de vida, é necessário um substrato geológico cuja dinâmica é explicada pela deriva dos continentes e pela tectónica de placas (Oa3, Oa4; CP1.3.1.) e que, em resultado dessa dinâmica, podem ocorrer riscos geológicos à vida, como os sismos (Oa5; CP1.3.2.). Para a exploração da evolução da vida (CP2.), ser-lhes-ão propostos momentos de aprendizagem sobre a constituição e a expressão do material genético, a transmissão dos caracteres hereditários e o seu contributo para a biodiversidade (Oa6; CP2.1.). Através da abordagem à história da ciência das explicações para a origem das espécies, os estudantes irão explicitar a argumentação e as evidências cientificas que suportam a evolução (Oa7; CP2.2.). Após compreenderem os fundamentos da evolução, irão explorar os principais acontecimentos da evolução da vida ao longo da geohistória (Oa8, CP2.3.). A diversidade da vida (CP2.4.) será explorada através de atividades sobre a diversidade fisiológica nas plantas e nos animais (Oa10; CP2.4). A exploração da diversidade dos organismos visa também que reconheçam a biodiversidade como o resultado da pressão seletiva do ambiente sobre os organismos e que compreendam a necessidade da sua classificação (Oa9; CP2.4.). A exploração do futuro da vida assentará na realização de atividades diversificadas com o intuito dos estudantes refletirem criticamente sobre o impacto do ser humano na sustentabilidade dos recursos naturais que suportam a vida (Oa11; CP3.1.) e discutirem os contributos da exploração espacial, enquanto aspiração do ser humano, para a sustentabilidade da vida na Terra e o progresso da ciência e da tecnologia (Oa12; CP3.2). Todos os conteúdos anteriores (CP1 e CP2) pressupõem, indissociavelmente, o desenvolvimento de competências associadas à natureza da ciência expressas nos objetivos NoS1 a NoS5.
A avaliação contínua dos estudantes basear-se-á nos seguintes elementos: a) Participação ativa dos alunos nas atividades letivas a desenvolver em sala de aula (5%). Entende-se por participação ativa nas aulas: atenção e desempenho face às tarefas propostas; cumprimento das regras sociais que facilitam o trabalho em grupo e o trabalho individual, ou seja, cooperação e respeito pelos colegas e docente; preparação prévia e adequada das propostas de trabalho sugeridas pelo docente e participação em iniciativas e eventos científicos; b) Realização de trabalhos individuais ou em grupo (55%); c) Realização de teste(s) escrito(s) (40%). A aprovação à unidade curricular está condicionada a uma classificação média (aritmética ou ponderada) superior a 9,0 valores no(s) teste(s) escrito(s), independentemente da obtenção de uma classificação positiva nos restantes elementos de avaliação. No caso da classificação do(s) teste(s) escrito(s) não ser superior a 9,0 valores, a classificação final da unidade curricular será igual à classificação do(s) teste(s) escrito(s), arredondada às unidades.
Os conteúdos, organizados em três temas (CP1, CP2 e CP3), visam que os estudantes desenvolvam uma visão integrada da origem da vida, do significado de tempo geológico e das condições geológicas que suportam a vida (Oa1 a Oa5; CP1.), da evolução e diversidade biológica (Oa6 a Oa10; CP2.) e do futuro da vida (Oa11 e Oa12, CP.3)
Feijó, J. A. (Coord.) (2009). A Evolução de Darwin. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian. Frankel, H. R. (2012). The continental drift controversy. Wegener and the early debate (Vol. I). Cambridge: Cambridge University Press.Frankel, H. R. (2012). The continental drift controversy. Paloemagnetism and confirmation of drift (Vol. II). Cambridge: Cambridge University Press. Frankel, H. R. (2012). The continental drift controversy. Evolution into plate tectonics (Vol. IV). Cambridge: Cambridge University Press. Gaspar, A. (Coord.) Evolução e criacionismo: uma relação impossível. Vila Nova de Famalicão: Edições Quasi. Howell, L., Rogers, K., & Henderson, C. (2005). Enciclopédia da ciência. O mundo das plantas. Porto: Porto Editora. Judson, S., & Richardson, S. M. (1995). Earth: An introduction to geologic change. Englewood Cliffs, New Jersey: Prentice Hall. Junqueira, L. C., & Carneiro, J. (1999). Histologia básica (9ª Ed.). Rio de Janeiro: Editora Guanabara Koogan S.A. Kähkönen, A-L. (2017). Models of inquiry and the irresistible 6E model. Retrieved, 14 february 2017, from http://www.irresistible-project.eu/index.php/pt/blog-pt/168-models-of-inquiry-and-the-irresistible-6e-model Lepeltier, T. (2009). A heresia de Darwin. O eterno retorno do criacionismo. Lisboa: Texto Editores. Lidon, F. J. C., Gomes, H. P., & Abrantes, A. C. S. (2001). Anatomia e morfologia externa das plantas superiores. Lisboa: Lidel. Martins-Loução, M. A. (2011). A aventura da Terra. Um planeta em evolução. Lisboa: Esfera do Caos Editores.