Código: | ERADRM021 | Sigla: | ERA021 | |
Área Científica: | Mobilidade Internacional |
Área de Ensino: | Mobilidade Internacional |
Sigla | Nº de Estudantes | Plano de Estudos | Ano Curricular | Créditos | Horas Contacto | Horas Totais |
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ERSDRM | ERASMUS (UCs em Inglês) - 2021 | 1º | 2 |
Teórico-Práticas: | 0,00 |
Docência - Horas Semanais
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Docência - Responsabilidades
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2. Identificar os diferentes tipos de fatos isotérmico.
3. Distinguir os diferentes modelos de barbatanas (pés de pato).
4. Identificar os diferentes tipos de pranchas.
5. Distinguir os diferentes modelos de quilhas.
6. Selecionar a cera adequada.
7. Selecionar o remo adequado.
8. Selecionar o cabo adequado.
9. Formação da ondulação.
10. Tipos de ondas e as suas condicionantes.
11. Diferenciar as praias relativamente à ondulação preferencial e prevalente.
12.1. Interpretar os dados relativos aos modelos de previsão.
12.2. Escolher o melhor local para a prática.
13.1. Realizar o arranque na onda (Take-Off) corretamente e realizar o Pop-Up de forma controlada.
13.2. Deslizar em frente na espuma ou na parede da onda.
13.3. Terminar a viagem na onda, voluntaria e controladamente.
13.4. Regressar à praia de forma controlada e em segurança.
14. Princípios básicos do ensino das modalidades de surfing.
1.2. A origem e evolução do Bodyboard
1.3. A origem e evolução do Stand Up Paddle
1.4. A origem e evolução do Bodysurf
2. Fatos Isotérmicos
3. Barbatanas (pés de pato)
4.1. Características das pranchas de Surf
4.2. Características das pranchas de Bodyboard
4.3. Características das pranchas de Bodysurf
4.4. Características das pranchas de Stand Up Paddle
5. As quilhas
6. Cera
7. Remos
8. Cabos
9. Formação da ondulação
10.1. Tipos de rebentação ondas
10.2. Correntes
10.3. Marés
11. As praias
12. Previsão das condições da ondulação e do vento
13.1. e 13.2. Prática de Surfing na Espuma
13.2. e 13.3. Prática de Surfing no Outside
14. Princípios básicos do ensino das modalidades de surfing.
A avaliação tem dois processos disponíveis: avaliação contínua e exame. Na avaliação contínua o aluno tem de frequentar, pelo menos, 2/3 das aulas dadas ao longo do semestre. Concomitantemente, terá de realizar as atividades de avaliação que são de âmbito do conhecimento (teste escrito 40%), de âmbito das competências (avaliação prática 50%) e de âmbito das atitudes (empenho e postura 10%). O exame de época normal e/ou de recurso deve contemplar um exame teórico (40%), um exame teórico-prático (40%) e um exame oral (20%).
Almond, E. (2009) Surfing: Mastering Waves from Basic to Intermediate. Canada: The Mountaineers Books.
Baker, T. (2007) Go Surf. Dorling Kindersley Limited.
Conway, J. (1988). Surfing. Salamander Books Ltd.
Kempton, J. (2008) Surfing The Manual: Advanced. Wavefinder Ltd.
Manual do Curso de Treinadores de Surf e Bodyboard ¿ Federação Portuguesa de Surf.
Marcus, B. (2008). Extreme Surf. Pavilion
Moreira, M. (2009). Surf: Da Ciência à Prática. Edições da Faculdade de Motricidade Humana ¿ Universidade Técnica de Lisboa.
Teotónio, T. (2016) Ensino do Surf: fundamentação, estratégia e operacionalização. Instituto Politécnico de Santarém
Warshaw, M. (2003) The encyclopedia of surfing. Orlando: Hartcourt, Inc.
Warshaw, M. (2010) The history of surfing. Califórnia: Chronicle Bocks LLC.
Na avaliação, os alunos em situação especial devem cumprir os mesmos elementos de avaliação, sendo considerado o seu enquadramento em termos de frequência de acordo com o enquadramento legal específico.