Código: | LE-E3 | Sigla: | E3 | |
Área Científica: | Enfermagem |
Área de Ensino: | 1º Ciclo |
Sigla | Nº de Estudantes | Plano de Estudos | Ano Curricular | Créditos | Horas Contacto | Horas Totais |
---|---|---|---|---|---|---|
L3ENF1 | 72 | Licenciatura Enfermagem | 2º | 17 |
Capacidade de planeamento, execução e avaliação de cuidados de enfermagem à pessoa a vivenciar processos de saúde doença resultantes de afeção médica utilizando a evidência científica e os referenciais ético-deontológicos da profissão
Habilidades de comunicação e relação adaptadas à pessoa/família, mobilizando os princípios e os conhecimentos que favoreçam a educação e promoção da saúde
Capacidade de reflexão sobre os cuidados prestados e seus fundamentos, numa atitude proactiva empenhando-se no seu projeto de formação
Capacidade de aplicação dos princípios inerentes à dinâmica e implementação da continuidade de cuidados valorizando a
especificidade da intervenção do enfermeiro na equipa multiprofissional de saúde
Instrumentos básicos em enfermagem
Cuidados de enfermagem à pessoa/família a vivenciar processos de saúde doença resultantes de afeção médica
Repercussões individuais e sociais da doença
Fisiopatologia médica e abordagens terapêuticas ¿ Principais situações
Respostas da comunidade à pessoa/família a vivenciar processos de saúde/doença
Questões ético-deontológicas relacionadas com a pessoa a vivenciar processos de saúde/doença e em fim de vida
Planear, executar e avaliar cuidados de enfermagem à pessoa a vivenciar processos de saúde doença resultantes de afeção médica tendo em conta a educação e a promoção da saúde as diferentes dimensões da pessoa, a sua situação de doença, as diferentes intervenções terapêuticas de que necessita, a continuidade de cuidados e o contexto em que esses cuidados se realizam exige que o estudante mobilize e aprofunde conteúdos das várias áreas de conhecimentos, designadamente os referentes às respostas da comunidade (em particular no que diz respeito à RNCCI), às repercussões individuais e sociais da doença, aos instrumentos básicos de enfermagem, às técnicas e procedimentos de enfermagem, aos cuidados específicos à pessoa com afeções do foro médico.
Acresce ainda, que prestar cuidados com elevados padrões de qualidade exige ter sempre em consideração a dimensão ética e deontológica desses mesmos cuidados.
O estudante desenvolve prestação de cuidados a pessoas a vivenciar processos de saúde doença resultantes de afeção médica em serviços de medicina, equipas de cuidados continuados integrados, unidades de internamento da RNCCI com orientação direta do enfermeiro cooperante e supervisão e orientação científico pedagógica do professor. Conta-se ainda com a colaboração dos enfermeiros dos contextos de cuidados onde se realize o estágio.
Estabelecem-se momentos de avaliação formativa e de discussão do processo de cuidados de forma individual e em grupo. Para a avaliação contribuirá o desempenho (75%) e uma reflexão individual escrita e discutida com o professor e com o enfermeiro cooperante, sobre uma experiência de cuidado significativa (25%).
Neste estágio procura-se que o estudante, em serviços de medicina e em diferentes tipologias da rede nacional de cuidados continuados integrados preste, progressivamente, cuidados a pessoas a vivenciar processos de saúde doença resultantes de afeção médica.
Neste sentido, e atendendo a que é o primeiro estágio de prestação global de cuidados, a integração do estudante será feita de forma gradual procurando o professor e o enfermeiro cooperante facilitar a compreensão da dinâmica de funcionamento e organização dos diferentes contextos onde se realiza o estágio e da especificidade dos cuidados.
Os momentos de avaliação formativa e de discussão do processo de cuidados, individualmente e em grupo, fomentam a mobilização e o aprofundamento de conhecimentos, a integração dos aspetos referentes à continuidade de cuidados e à educação e promoção da saúde e a utilização da evidência científica e dos referenciais ético-deontológicos da profissão na prestação e fundamentação dos cuidados.
A reflexão individual, centrada em aspetos que o estudante considera relevantes para a sua aprendizagem, assim como a sua discussão com o enfermeiro cooperante e o professor, favorece a análise crítica das situações que vivenciou e o seu envolvimento no processo ensino aprendizagem.
Administração Central do Sistema de Saúde (2011).Manual de normas de enfermagem: Procedimentos técnicos.MS.
Deglin, J.,&Vallerand, A. (2009).Guia farmacológico para enfermeiros(10ª ed.).Lusociência.
Ministério da Saúde &Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social(2016).Plano de Desenvolvimento da RNCCI 2016-2019. MS e MTSSS. Acessível em https://www.sns.gov.pt/wp-content/.../02/Plano-de-desenvolvimento-da-RNCCI.pdf
Monahan, F., Sands, J., Neighbors, M., Marek, J.,& Green, C.,(2015).Enfermagem médico-cirúrgica Phipps:Perspetivas de saúde e doença. Lusodidacta.
Ordem dos Enfermeiros (2009). Rede nacional de cuidados continuados integrados.Referencial do enfermeiro. Lisboa: OE. Acessível em www.ordemenfermeiros.pt/.../rncci%20-%20v.final%20referencial%20do%20enfermagem
Ordem dos Enfermeiros. (2015). REPE e Estatuto da ordem dos enfermeiros. OE.
Raposo, T. (2021).Guia prático de preparação e administração de terapêutica parentérica e entérica.3ª ed. Sabooks-Lusodidacta