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Enfermagem à Pessoa em Risco de Vida

Código: LE-EPRV    Sigla: EPRV
Área Científica: Enfermagem

Ocorrência: 2024/25 - 2S

Área de Ensino: 1º Ciclo

Cursos

Sigla Nº de Estudantes Plano de Estudos Ano Curricular Créditos Horas Contacto Horas Totais
L3ENF1 82 Licenciatura Enfermagem 3

Horas Efetivamente Lecionadas

37B

Ensino Teórico: 0,00
Teórico-Práticas: 18,00
Ensino Prático e Laboratorial: 0,00

37

Ensino Teórico: 13,50
Teórico-Práticas: 0,00
Ensino Prático e Laboratorial: 0,00

37A

Ensino Teórico: 0,00
Teórico-Práticas: 17,83
Ensino Prático e Laboratorial: 0,00

Docência - Horas Semanais

Ensino Teórico: 1,07
Teórico-Práticas: 1,40
Ensino Prático e Laboratorial: 0,80

Tipo Docente Turmas Horas
Ensino Teórico Totais 2 2,14
Isilda Maria Duarte Ferreira   0,33
Sandra Alice Gomes da Costa   0,73
Teórico-Práticas Totais 2 2,80
Isilda Maria Duarte Ferreira   1,33
Sandra Alice Gomes da Costa   1,47
Ensino Prático e Laboratorial Totais 8 6,40
Isilda Maria Duarte Ferreira   1,60
João Paulo de Melo Barros   1,60
Sandra Alice Gomes da Costa   1,60

Docência - Responsabilidades

Docente Responsabilidade
Sandra Alice Gomes da Costa Responsável
Mário João Ribeiro da Silva - ESSAUDE Coordenação Científica

Objetivos de aprendizagem e a sua compatibilidade com o método de ensino (conhecimentos, aptidões e competências a desenvolver pelos estudantes)

Capacidade de aquisição, reflexão e translação de conhecimentos inerentes à complexidade de cuidar de pessoas em situação de risco de vida, em contexto de emergência/urgência hospitalar.
Capacidade de desenvolvimento de autocrítica numa perspetiva interdisciplinar e multicultural no cuidar de pessoas em situação de risco de vida, em situação de emergência/urgência em contexto hospitalar.
Capacidade de análise compreensiva de situações complexas como suporte à tomada de decisão para a intervenção baseada na evidência, junto da pessoa em situação de risco de vida.

Conteúdos programáticos

A centralidade da pessoa no processo de cuidados em situação de risco de vida;
Triagem em emergência/urgência: contexto hospitalar;
A pessoa com alterações cardiorrespiratórias;
Suporte básico vida;
A pessoa com intoxicação química e medicamentosa, com lesões térmicas, politraumatizada;
A pessoa submetida a ventilação mecânica e não mecânica;
Cuidados em fim de vida e cuidados paliativos.

Demonstração da coerência dos conteúdos programáticos com os objetivos de aprendizagem da unidade curricular

Os conteúdos organizam-se em torno da abordagem às pessoas em situação crítica de saúde, mobilizando as dimensões cognitiva, metodológica, tecnológica e linguística relacionadas com as competências instrumentais no âmbito da resposta a situações emergentes ou urgentes, reais ou potencialmente geradoras de risco de vida para a pessoa: paragem cardiorrespiratória (Suporte básico de vida), com necessidade de ventilação mecânica ou não mecânica, com queimaduras, com intoxicação química e medicamentosa, politraumatizada, com lesão medular, com traumatismo crânio encefálico e em fim de vida. A complexidade é uma característica da enfermagem em urgência/emergência pelo que se valorizam as competências interpessoais, nomeadamente a interdisciplinaridade e a multiculturalidade, mobilizando as competências sistémicas no âmbito da construção do conhecimento, da compreensão e da sensibilidade para a mobilização da centralidade da pessoa no processo de cuidados, numa perspetiva da prática baseada na evidência.

Metodologias de ensino e de aprendizagem específicas da unidade curricular articuladas com o modelo pedagógico

A centralidade do estudante no processo de aprendizagem está contemplada na organização e desenvolvimento da UC, numa abordagem a partir das conceções teóricas de enfermagem, com uma visão metaparadigmática no processo de cuidados singulares e complexos às pessoas/famílias em contextos complexos, através de ensino teórico com aulas presenciais. O trabalho autónomo é o tempo utilizado pelo estudante para pesquisa, análise e preparação do estudo de conteúdos da UC, promovendo a autoaprendizagem. 




Avaliação

A avaliação segue o Regulamento de Assiduidade e Avaliação em vigor na ESSS. Prova escrita individual (70%), trabalho de grupo (20%) e Práticas Laboratoriais (10%). A aprovação na disciplina requer uma classificação igual ou superior a 10 valores. Para os alunos que não obtiverem aprovação, haverá uma época de exames.

Demonstração da coerência das metodologias de ensino e avaliação com os objetivos de aprendizagem da unidade curricular

Face ao estádio de aprendizagem dos estudantes no curso (3º ano), a lecionação de aulas teóricas, teórico práticas e práticas laboratoriais de simulação, com recurso a metodologias como seminários e conferências, bem como a utilização de cenários virtuais, que ocorrerão em simultâneo ao desenvolvimento de estratégias pedagógicas de pesquisa e reflexão sobre os conteúdos, quer em grupo, quer individualmente, no sentido de responsabilizar o estudante pelo seu processo de aprendizagem de forma autónoma.
Com estas estratégias, pretende-se que o estudante adquira capacidades para analisar e intervir em todas as etapas do processo de cuidados perante situações reais ou potenciais que envolvem risco de vida para a pessoa, em contexto hospitalar.
Os diferentes conteúdos são abordados numa perspetiva interdisciplinar com a colaboração de professores e conferencistas convidados (peritos da prática clínica) com experiências e saberes diversificados, quer da escola, quer externos.

Bibliografia de consulta (existência obrigatória)

Baird, M. S., & Bethel, S. (2011). Manual of critical care nursing: Nursing interventions and collaborative management(6ª ed.). Elsevier Mosby.; 
Barroso, C., Oliveira, P., Pinto, A., Costa, S., Vieira, P., & Veríssimo, A. (2022). Bem-estar nos enfermeiros de urgência In Promoção da saúde e qualidade de vida. ATENA.Brasil
Coimbra, N. (Coord.). (2021). Enfermagem de urgência e emergência. Lidel Edições Técnicas.
Foster, J. G. W., & Prevost, S. S. (2012). Advanced practice nursing for adults in acute care. F.A. Davis Company.
Perry, A. G., Potter, P. A., Elkin, M. K., & Ostendorf, W. (2012). Nursing interventions & clinical skills (5ª ed.). Elsevier-Mosby.

Observações

BIBLIOGRAFIA CONSULTA:
Sapeta, P. (2011). Cuidar em fim de vida: Processo de interação enfermeiro-doente. Lusociência.
Seid, S. S., Amendoeira, J., & Ferreira, M. R. (2023). Self-care and quality of life among adult patients with heart failure: ScR. SAGE Open Nursing.