Código: | LESO10171 | Sigla: | ESACJ | |
Área Científica: | Ciências da Educação |
Página Web: | https://apmgaleriavirtual.wordpress.com/ |
Área de Ensino: | Ciências Sociais |
Sigla | Nº de Estudantes | Plano de Estudos | Ano Curricular | Créditos | Horas Contacto | Horas Totais |
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LESO1 | 38 | Despacho n.º 12917/2016 | 3º | 5 |
Teórico-Práticas: | 0,00 |
Teórico-Práticas: | 0,00 |
Docência - Horas Semanais
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Docência - Responsabilidades
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O1.
Identificar e diferenciar características da ES e da ASC; O2. Caracterizar perfil e funções do/a educador/a social na ASC com crianças e jovens (CJ);
O3. Analisar experiências e possibilidades de ASC com CJ em contextos de lazer
e tempo livre; O4. Pesquisar e analisar estratégias (entre
outras, de mediação), atividades e recursos para ASC com CJ; O5. Caracterizar práticas
socioculturais de CJ num contexto específico de educação formal ou não formal
da comunidade local, de forma a poder identificar i) interesses e expetativas,
problemas e necessidades; ii) diferenças entre culturas e tensões decorrentes
da diversidade sociocultural; O6. Desenvolver competências de planificação,
implementação, avaliação e reformulação de atividades de animação e ciberanim@ção com CJ.
CP1. Competências e funções do/a ES
na ASC com CJ; CP2. Processos participativos e colaborativos, reflexivos, de
negociação, acordo e compromisso, simulação de papéis, mediação-ação no
trabalho com CJ; CP3. Contextos lazer e tempos livres: ateliês de tempos
livres e instituições com atividades de enriquecimento curricular, campos de
férias, museus, bibliotecas, ludotecas, associações juvenis, etc.; CP4.
Diversidade de modalidades e áreas específicas de ASC, de subgrupos etários e
socioculturais (nomeadamente com NEE); CP5. Estratégias de
mediação entre recursos e potencialidades, interesses individuais e coletivos,
no marco de uma educação para a justiça social, os direitos, a liberdade, a
igualdade, a democracia, a inclusão, a solidariedade e outros valores humanos;
CP6. Metodologias de desenho e desenvolvimento de projetos.
Uma vez que esta UC vem na
sequência da UC Metodologias de Animação Sociocultural, começa-se por relembrar
os fundamentos da animação sociocultural, comparando características da
animação sociocultural e da educação social, nomeadamente no trabalho do/a
educador/a social com crianças e jovens, articulando-se os seguintes objetivos
e conteúdos programáticos: O1, O2, O3, CP1, CP2, CP3. Os conteúdos
programáticos CP4 e CP5 possibilitam um processo de pesquisa, apresentação
e discussão de estratégias e experiências de animação com crianças jovens,
permitindo o cumprimento dos objetivos O4 e O5. Pretende-se que, para além
das estratégias e experiências de animação analisadas, as estudantes
planifiquem atividades de animação com crianças e jovens de instituições
socioeducativas da comunidade local, concretizando assim os O5 e O6,
apoiando-se no conteúdo programático CP6.
Metodologia de ensino teórico-prática, métodos são ativos e centrados nas estudantes. Exposição sistematizada de conteúdos, questionamento e discussão dos conteúdos, experimentação de métodos e técnicas na sala de aula, aplicação de aprendizagens através da planificação, implementação e avaliação de atividades de animação e/ou ciberanim@ção com CJ jovens no âmbito de projetos de ASC. Avaliação por frequência: prova escrita individual (40%); Trabalho de grupo DE planificação, implementação e avaliação atividades animação e/ou ciberanim@ção ou trabalho investigação com CJ na ESES ou na comunidade (30%); Participação ativa nas aulas e em todas as outras atividades realizadas (30%). Exame: provas escrita (60%) e oral (40%). Carga média trabalho autónomo: Pesquisa, leitura e análise de informação (15h); Trabalho grupo e participação em atividades e projetos de animação e/ou ciberanim@ção (40h); Estudo para teste escrito (10h).
Através da orientação do trabalho de pesquisa e desenvolvimento teórico e metodológico das atividades dentro e fora da sala de aulas, presencialmente e a distância são aprofundados conteúdos e facilitada a transferência dos conhecimentos para a prática, através da conceção, implementação e avaliação de atividades de animação e/ou ciberanim@ção com crianças e jovens. O Moodle é um espaço coletivo de discussão e partilha de saberes e experiêncas. Esta abordagem coletiva contribui transversalmente para o cumprimentos de todos os objetivos de aprendizagem.
Caballo, M. (2001). Los Educadores Sociales en la Animación Sociocultural. Pedagogia Social, 8, 199-207 Conselho da Europa (2004). All Different ¿ All Equal, Education Pack. Estrasburgo: European Youth Center Da Silva, A. (2016). Desenho e aplicação de um projeto de animação sociocultural para desenvolvimento psicoafectivo e sexual numa escola do Ensino Básico e Secundário. [Tese de Doutoramento]. Faculdade de Ciências da Educação da Universidade de Vigo Liamouri-Bajja, N. et al. (2012) Youth Transforming conflict. Estrasburgo: Yahel Oana |Conselho da Europa e Comissão Europeia Lafortune, J.-M. (2008). De la médiation à la médiaction : le double jeu du pouvoir culturel en animation. Lien social et Politiques, 60, 49-60. Palhares, J. (2008). Os sítios de educação e socialização juvenis. Experiências e Representações num contexto não escolar. Educação, Sociedade e Culturas, 27, 109-130; Viché, M. (2014). Ciberanimaç@o. www.marioviche.es, Valência : MVG