Código: | LLDNT1118 | Sigla: | ANAT I | |
Área Científica: | Ciências Biológicas |
Área de Ensino: | LDNTA - Ciências Biológicas |
Sigla | Nº de Estudantes | Plano de Estudos | Ano Curricular | Créditos | Horas Contacto | Horas Totais |
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LLDNT1 | 60 | Despacho n.º 8167/2020 de 21 de agosto de 2020 | 1º | 5 | 52,5 | 125 |
Ensino Teórico: | 0,00 |
Teórico-Práticas: | 0,00 |
Docência - Horas Semanais
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Docência - Responsabilidades
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O Sistema Nervoso introdução, o nervo, anatomia e fisiologia geral, sistema nervoso central, mecanismos de
coordenação neuromuscular.
O Sistema Nervoso Autónomo, receptores e vias sensoriais, arco reflexo
O Sistema Cardiovascular ¿ O Sangue. Célula muscular cardíaca, anatomia do coração e o seu sistema eléctrico,
electrocardiograma, vasos sanguíneos e dinâmica da circulação e fluxo, Regulação da pressão arterial
História da anatomia e fisiologia ¿ o propósito desta ciência, A Química da Vida, processos biológicos básicos, a
Célula e a sua fisiologia ¿ conceito de Homeostasia, Tipos de Tecidos
Organização do corpo humano, Taxonomias anatómicas, Principais noções da terminologia anatómica
O Sistema Músculo-esquelético, Esqueleto Ósseo, Fisiologia do osso: formação e reabsorção ósseas
Propriedades da célula muscular ¿ Contracção muscular, potencial de acção . Ossos, e Músculos do tronco e da
cabeça
Ossos e Músculos do MS. Ossos e Músculos do MI. Articulações e tipos de movimentos
O Sistema Nervoso introdução, o nervo, anatomia e fisiologia geral, sistema nervoso central, mecanismos de
coordenação neuromuscular.
O Sistema Nervoso Autónomo, receptores e vias sensoriais, arco reflexo
O Sistema Cardiovascular ¿ O Sangue. Célula muscular cardíaca, anatomia do coração e o seu sistema eléctrico,
electrocardiograma, vasos sanguíneos e dinâmica da circulação e fluxo, Regulação da pressão arterial.
O programa da unidade curricular é elaborado com base no domínio abrangente que o regente deve ter sobre a área
de conhecimento sobre o qual versa a Unidade Curricular em questão. A relação entre a a escolha dos conteúdos
programáticos e os objectivos de aprendizagem é por isso inerente e ubíqua durante todo o processo de elaboração
do programa e de reflexão sobre os objectivos pretendidos para quem realiza a Unidade Curricular.
Desta forma, recusamos veementemente a redução da relação entre conteúdos programáticos e objectivos a formas
reduzidas e simplificadas, associadas a teorias que reduzem o processo de ensino a aprendizagem a uma espécie de trocva de serviços
Todos os conteúdos programáticos em diferentes momentos do processo , e com a integração própria de cada aluno,
resultado da estimulação do processo conduzido pelo docente contribuem para a modificação do estádio de
conhecimento e competências traduzidos nos objectivos da unidade curricular.
A coerência destes é resultada da reflexão que levou à construção do programa da unidade curricular, e não é
passível, nem desejável que se demonstre em 1000 ou 3000 caracteres.
Aulas Teóricas e Teórico-práticas. E-learning. Preferencialmente promovendo a utilização de plataformas de gestão
de aprendizagens, nomeadamente do Moodle da Cadeira.
Avaliação Contínua. Questionamento e estimulação dos estudantes para a escuta ativa.
Tarefas: Os estudantes deverão participar com entusiasmo nas tarefas propostas durante as aulas.
Avaliação
Os alunos deverão no início da cadeira assinalar se pretendem o regime de avaliação contínua ou final, ou se
tiverem acesso a contratualização para o regime especial de frequência.
A avaliação contínua:
Para ter acesso à avaliação contínua os alunos terão de ter no mínimo 80% de presenças nas aulas. A avaliação
contínua consistirá na realização de um teste escrito para cada módulo, e a seguir ao último módulo, de uma prova
oral. Durante a lecionação das aulas práticas os docentes poderão usar estratégias de aprendizagem ativa,
nomeadamente a realização de fichas de trabalho, apresentações orais e/ou trabalhos individuais ou em grupo, bem
como o recurso ao questionamento. Para a realização da frequência de cada módulo (e manutenção da
continuidade da avaliação contínua) os alunos terão de satisfazer a realização de 75% das tarefas propostas pelo
docente.
Para ter sucesso na cadeira os alunos deverão ter uma nota mínima de 9,5 valores em cada módulo e 9,5 valores
na prova Oral.
A Classificação da Cadeira corresponderá à média ponderada da avaliação escrita e da prova oral, sendo as
ponderações de 30 e 70%, respetivamente.
A avaliação Final:
Para ter acesso ao exame da época normal os alunos terão de ter no mínimo 80% de presenças nas aula s . A
avaliação final constará de uma prova oral e de uma prova escrita. Os alunos terão de ter nota superior a 9,5 em
ambas as provas. A classificação final será o resultado da média ponderada da classificação obtida em cada prova,
com a ponderação de 70% para a prova oral e 30% para a prova escrita. Os alunos só são admitidos à prova escrita
se tiverem nota igual ou superior a 9,5 valores na prova oral.
Alunos em regime especial de frequência:
Os alunos que tenham acesso a um regime especial de frequência, deverão contratualizar com o regente da cadeira,
nas duas primeiras semanas do semestre, o modo de realizar a aquisição de conhecimentos e competências, bem
como as datas e formas de avaliação. Os alunos que não contratualizem o regime especial, no pra zo atrás
mencionado, terão de frequentar a cadeira num dos regimes previstos para os alunos sem regime especial.
A Avaliação da época de recurso, será idêntica à avaliação final, com exceção da exigência da assiduidade
A amplitude das estratégias e a expertise pedagógica do regente, bem como as reuniões de trabalho entre os
colaboradores na leccionação da cadeira de forma a escolher para cada situação e população as estratégias mais
eficazes a adoptar no sentido de promover o progresso das competências e conhecimentos dos estudantes
garantem a coerência
Obrigatória
Seeley, Rod R. Philip Tate / Stephens, Trent D. Anatomia e Fisiologia, 2011, Lusociência (Ed.)
De extensão
Correia, P.; Espanha, M. (2010). Aparelho Locomotor ¿ Volume 1. Anatomof isiologia dos sistemas nervoso,
osteoarticular e muscular. Lisboa FMH.
Correia, P.; Espanha, M. (2012). Aparelho Locomotor ¿ Volume 2. Funções neuromusculares e adaptações à
actividade f ísica. Lisboa FMH
Correia, P.; Espanha, M.; Oliveira, R; Pascoal, A.; Freitas, S. (2011). Aparelho Locomotor. Exercícios e Estudos
Práticos. Lisboa FMH.