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Estágio de natureza profissional 1

Código: MER13    Sigla: ENP1
Área Científica: Enfermagem

Ocorrência: 2024/25 - 2S

Área de Ensino: 2º Ciclo

Cursos

Sigla Nº de Estudantes Plano de Estudos Ano Curricular Créditos Horas Contacto Horas Totais
MER Mestrado em Enfermagem de Reabilitação 15 279 405

Horas Efetivamente Lecionadas

Docência - Horas Semanais

Seminários: 0,80
Orientação Tutorial: 3,33

Tipo Docente Turmas Horas
Seminários Totais 1 0,80
Orientação Tutorial Totais 1 3,33

Objetivos de aprendizagem e a sua compatibilidade com o método de ensino (conhecimentos, aptidões e competências a desenvolver pelos estudantes)

G1. Demonstrar competências de prestação dos cuidados específicos de ER à pessoa/família/pessoa significativa em processo de
saúde/doença neurológica, vascular, degenerativa e traumatológica
E1. Avaliar a funcionalidade e identificar incapacidades e limitações
E2. Diagnosticar, planear, executar e avaliar intervenções de ER à pessoa com alteração neurológica, vascular; degenerativa e
traumatológica
E3. Implementar intervenções para otimizar e/ou reeducar, visando a adaptação, maximização da autonomia e qualidade de vida
E4. Implementar técnicas terapêuticas
E5. Desenvolver programas de treino de atividade e utilização de produtos de apoio
E6. Capacitar a pessoa para a reinserção e exercício de cidadania
E7. Gerir os cuidados de ER em articulação com equipa interdisciplinar
E8. Produzir resultados sensíveis aos cuidados de ER
E9.Realizar relatório das atividades desenvolvidas no decurso do estágio
T1. Fundamentar as intervenções com base na evidência científica

Conteúdos programáticos

CP1. Fundamentos de enfermagem de reabilitação
CP2. Respostas ambientais, sociais e humanas à pessoa com incapacidade
CP3. Cinesiologia humana
CP4. Processos anátomo-fisiopatológicos
CP5. Processo de cuidados
CP6. Enfermagem de reabilitação e sexualidade
CP7. Enfermagem avançada
CP8. Investigação em enfermagem
CP9. Gestão
CP10. Ética e deontologia.
A componente clínica total da pratica em processo neurológico é de 378 horas, compreendendo 252H de contacto que corresponde a 2/3 da horas totais, valor máximo de horas de contacto admitido pelo aviso nº 3915/2021, publicado em 3 de março de 2021, da Ordem dos Enfermeiros.
As horas de contacto integram o processo vascular (126H); degenerativo (50H) e traumatológico (76H).
As 126 horas remanescentes são horas de estágio de trabalho autonomo do estudante.
Das 23 h OT, 18h destinam-se à realização do Relatório Final do curso e 5h para supervisão clinica pelo professor

Demonstração da coerência dos conteúdos programáticos com os objetivos de aprendizagem da unidade curricular

Os conteúdos programáticos alinham-se com as áreas de atuação relativas a práticas diferenciadas de cuidados de ER à
pessoa/família/pessoa significativa em processo de saúde/doença neurológica, vascular, degenerativa e traumatológica.
Para cada objetivo existe pelo menos um conteúdo programático que lhe visa dar resposta, de acordo com a relação que a seguir se
apresenta:
Aplicação dos CP1 - desenvolvimento de G1; E1; E6; T1
Aplicação dos CP2 - desenvolvimento de G1; E1; E4; E5; E6;T1
Aplicação dos CP3 - desenvolvimento de G1; E1; E2; E3; E4; E6; T1
Aplicação dos CP4 - desenvolvimento de G1; E1; E2; E3; E4; E5; T1
Aplicação dos CP5 - desenvolvimento de G1; E1; E2; E3; E4; E5; E6; E7; E8; T1
Aplicação dos CP6 - desenvolvimento de G1; E1; E2; E3; E4; E5; T1
Aplicação dos CP7 - desenvolvimento de G1; E2; E3; T1
Aplicação dos CP8 - desenvolvimento de G1; E8; E9; T1
Aplicação dos CP9 - desenvolvimento de G1; E2; E7; T1
Aplicação dos CP10 - desenvolvimento de G1; E1; E2; E3; E4; E5; E6; E

Metodologias de ensino e de aprendizagem específicas da unidade curricular articuladas com o modelo pedagógico

Os mestrandos desenvolvem as aprendizagens, integrados nas respetivas equipas com base nos objetivos delineados para o estágio. As aprendizagens assentam na reflexão e discussão das práticas clínicas, desde a avaliação diagnóstica, à conceção dos cuidados de ER, execução do programa planeado e avaliação dos resultados/ganhos em saúde.
A avaliação de processo efetua-se ao longo do estágio e em reuniões entre o mestrando, o enfermeiro orientador especialista em ER e o professor. Resulta da avaliação de desempenho no final do estágio: a análise, a fundamentação, a reflexão crítica e o relevo das intervenções desenvolvidas.

Esta UC inclui 18 horas de Orientação Tutorial (OT) para a realização do Relatório que será apresentado e discutido no final do curso, que integrará a componente clínica do Estágio I e II enfatizando a investigação científica em ER.
A componente clínica será desenvolvida em contextos da prática em Processo Neurológico (neurológico; vascular; degenerativo e
traumatológico).
As horas de Seminário visam a partilha e discussão das aprendizagens obtidas na UC
- Pesquisa bibliográfica e leituras complementares orientadas pelos docentes
- Realização do relatório de atividades desenvolvidas


Mobilizam-se Plataformas informáticas, nomeadamente Moodle.


Avaliação

A avaliação da UC será realizada de acordo com o Regulamento Académico em vigor, devendo os métodos de avaliação aplicados ser
definidos no início do semestre pelo docente responsável em conjunto com o coordenador de curso, ouvida a comissão pedagógica do
curso, e devendo constar no programa da unidade curricular e no sumário da primeira aula.


Avaliação da UC: Desempenho na prática clínica - 60% ; relatório das atividades desenvolvidas no estágio - 40%.

Demonstração da coerência das metodologias de ensino e avaliação com os objetivos de aprendizagem da unidade curricular

Preconiza-se uma abordagem ao ensino focada no estudante em que as estratégias pedagógicas têm como finalidade que os estudantes mobilizem o conhecimento científico, fundamentem as suas decisões na prática baseada na evidência e nas boas práticas, demonstrem capacidade de decisão face à pessoa/família/pessoa significativa com alterações do foro neurológico.
No decurso do estágio os mestrandos são envolvidos na prática de cuidados da área de especialidade e estimulados a serem os
impulsionadores da própria formação, desenvolvendo competências de análise, fundamentação, reflexão e de pensamento crítico. Este processo é baseado no desenvolvimento individual, análise crítica de situações, questionamento, feedback e momentos de reflexão e discussão das práticas clínicas entre todos os intervenientes.
A prática clínica é orientada e supervisionada por enfermeiros e docentes especialistas em Enfermagem de Reabilitação, porquanto a UC inclui momentos de orientação tutorial direcionados ao estágio.
Consideram-se contextos e percentagens mínimas de duração: Hospital ou Centro de Reabilitação-50%; Domicílio ou UCC ou ECCI
(RNCCI)-20%; RNCCI-10%; Comunidade/Escolas/Grupos, Lar ou Residência Assistida, Áreas da Pediatria, Desporto, Outro contexto da especialidade validado por supervisor clínico-10%. Os 10% remanescentes serão utilizados em contextos da área de opção do estudante.
O relatório das atividades desenvolvidas durante o estágio, proporciona ao mestrando a possibilidade de documentar analítica e
reflexivamente as atividades desenvolvidas e como estas contribuíram para atingir as competências comuns e específicas do EEER

Bibliografia de consulta (existência obrigatória)

Delisa, J. A., & Gans, B. M. (2002). Tratado de Medicina de Reabilitação: Princípios e prática (3ª ed.). Manole.
Greve, J. M. (2007). Tratado de Medicina de Reabilitação. Roca.
Hoeman, S. P. (2011). Enfermagem de Reabilitação: Prevenção, Intervenção e Resultados Esperados (4ª ed.). 4ª Ed. Lusodidacta.
Marques-Vieira, C., & Sousa, L. (Org.) (2017). Cuidados de Enfermagem de Reabilitação à pessoa ao longo da vida. Lusodidacta.
Neves, H.; Parola, V.; Bernardes, R.A.; Sousa, J.; Coelho, A.; Dixe, M.d.A.; Catela, N.; Cruz, A. (2022). Helmet-Noninvasive Ventilation for Hospitalized Critically COVID-19 Patients: Has Vaccination and the New Variants Changed Evidence? Nurs. Rep., 12, 528-535.
Ribeiro, O (Coord.) (2021). Enfermagem de Reabilitação - Conceções e Práticas. Lidel.
Santos, J. (2014). As intervenções eficazes na prevenção de quedas em pessoas a viver em casa. Revista UIIPS., 2(1), 175-175.