Código: | MER15 | Sigla: | ENP2-R | |
Área Científica: | Enfermagem |
Área de Ensino: | 2º Ciclo |
Sigla | Nº de Estudantes | Plano de Estudos | Ano Curricular | Créditos | Horas Contacto | Horas Totais |
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MER | 10 | Mestrado em Enfermagem de Reabilitação | 2º | 30 | 205 | 810 |
Docência - Horas Semanais
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Docência - Responsabilidades
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G1. Demonstrar competências de prestação dos cuidados de ER à pessoa/família em processo cardiorrespiratório, orto-traumatológico e
área de opção
G2. Demonstrar competências como formador e gestor no âmbito dos cuidados de ER
E1.Avaliar a funcionalidade e identificar incapacidades e limitações
E2.Diagnosticar, planear, executar e avaliar intervenções de ER
E3.Implementar intervenções para otimizar e/ou reeducar as funções aos diversos níveis
E4.Implementar técnicas terapêuticas
E5.Capacitar a pessoa para a reinserção e exercício de cidadania
E6. Gerir os cuidados de ER em articulação com equipa interdisciplinar
E7.Produzir dados sensíveis aos cuidados de ER
E8.Desenvolver o relatório de estágio
E9.Apresentar e discutir um relatório para provas públicas.
T1.Enquadrar a prática clínica baseada em evidência científica
T2.Descrever os recursos necessários à intervenção de enfermagem baseada na evidência
T3.Avaliar, registar e divulgar os resultados da intervenção de ER
CP1 Fundamentos de ER; CP2 Respostas ambientais, sociais e humanas à pessoa com incapacidade; CP3 Cinesiologia humana; CP4
Processos anátomo-fisiopatológicos;CP5 Processo de cuidados;CP6 E.R e sexualidade; CP7 E.R: Técnicas clássicas e
complementares;CP8 Inovação e empreendedorismo: tendências atuais em ER; CP9 Enfermagem avançada; CP10 Investigação em
enfermagem;CP 11 Gestão; CP12 Ética e deontologia
UC de 622 H. 311H de contacto (50%): compreendem 162H em processo cardiorrespiratório [respiratório (40%) e cardíaco (40%)]; 95H em
processo orto-traumatológico [ortopédico/reumatológico (40%) e traumatológico (40%)]. 54H (20%) para opção e técnicas terapêuticas.
311 de trabalho autónomo do estudante. Das 188 OT, 182Hsão para realização do Relatório Final e 6H para supervisão clínica. O
Relatório abrange a componente clínica do curso (Estágio I e II) enfatizando a investigação em ER totalizando 200 H OT para a realização
e discussão do relatório
Os conteúdos programáticos alinham-se com as áreas de atuação relativas ao estágio e relatório onde os estudantes desenvolvem
práticas em processo cardiorrespiratório, orto-traumatológico, área de opção do estudante e técnicas terapêuticas.
Os conteúdos programáticos e objetivos definidos permitem a aquisição de competências comuns e específicas do enfermeiro especialista
em ER de acordo com a seguinte relação:
CP1 - G1; E1; E2; E7; T3
CP2 - G1; E1; E2; E3; E5; T1; T3
CP3 - G1; E1; E2; E3; E4; E7; T1; T2; T3
CP4 - G1; E1; E2; E3; E4; E5; E6; E7; T2; T3
CP5 - G1; G2; E1; E2; E3; E4; E5; E6; E7; T1; T2; T3
CP6 - G1; G2; E1; E2; E3; E4; E5; E6; E7; T1; T2; T3
CP7 - G1; G2; E2; E3; E5; E7; T1; T2; T3
CP8 - G1; G2; E2; E3; E4; E7; T1; T2; T3
CP9 - G1; G2; E2; E3; E7; T1; T2; T3
CP10 - G1; G2; E2; E3; E7; T1; T3
CP11 - G1; G2; E6; E7; E8; E9; T1; T2; T3
CP12 - G1; G2; E2; E3; E6; E7; T3
Prática clínica orientada e supervisionada por enfermeiros e docentes especialistas em ER.
A UC inclui horas de OT direcionadas ao estágio e ao Relatório.
As aprendizagens assentam na reflexão e discussão das práticas clínicas, desde a avaliação diagnóstica, à conceção dos cuidados de ER,
execução do programa planeado e avaliação dos resultados/ganhos em saúde.
Preconiza-se um Relatório revelador das aprendizagens realizadas e mobilizador de uma perspetiva de enfermagem avançada. A
discussão pública deverá demonstrar a capacidade científica do mestrando, evidenciando um conhecimento especializado na temática e
na área de ER.
A avaliação do processo é realizada ao longo do estágio envolvendo o estudante e o enfermeiro orientador especialista em ER e em
reuniões entre estes e o docente. Preconiza-se a análise, a fundamentação, a reflexão crítica e o relevo das intervenções desenvolvidas.
Avaliação da UC: Desempenho na prática clínica - 50% ; Relatório com provas públicas - 50%.
A componente clínica será desenvolvida em contextos da prática em processo cardiorrespiratório e orto-traumatológico
- Pesquisa bibliográfica e leituras complementares orientadas pelos docentes
- Desenvolvimento do Relatório
- Utilização de plataformas informáticas, nomeadamente Moodle.
A avaliação da UC será realizada de acordo com o Regulamento Académico em vigor, , devendo os métodos de avaliação aplicados ser
definidos no início do semestre pelo docente responsável em conjunto com o coordenador de curso, ouvida a comissão pedagógica do
curso, e devendo constar no programa da unidade curricular e no sumário da primeira aula.
Avaliação da componente clínica ¿ 50%
Avaliação da componente Relatório ¿ 50%
As estratégias pedagógicas planeadas para o estágio têm como finalidade que os estudantes mobilizem o conhecimento científico,
fundamentem as suas decisões na prática baseada na evidência e nas boas práticas, demonstrem capacidade de decisão face à
pessoa/família/pessoa significativa.
No decurso do estágio os mestrandos são envolvidos na prática de cuidados da área de especialidade e estimulados a serem os
impulsionadores da própria formação, desenvolvendo competências de análise, fundamentação, reflexão e de pensamento crítico. Este
processo é baseado no desenvolvimento individual, análise crítica de situações, questionamento, feedback e momentos de reflexão e
discussão das práticas clínicas entre todos os intervenientes.
Contextos e percentagens mínimas de duração: Hospital ou Centro de Reabilitação-50%; Domicílio ou Unidade de Cuidados Continuados
(UCC) ou Equipa de Cuidados Continuados Integrados (ECCI) [Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados (RNCCI)]-20%;
RNCCI-10%; Comunidade/Escolas/Grupos, Lar ou Residência Assistida, Áreas da Pediatria, Desporto, Outro contexto da especialidade
validado por supervisor clínico-10%. Os 10% remanescentes serão utilizados em contextos da área de opção do estudante.
Relativamente ao Relatório, pretende-se que proporcione ao mestrando o recurso à metodologia científica para enquadrar a prática clínica
baseada na evidência; a consulta de bases de dados adequadas para fundamentar a singularidade das situações de cuidar e a
suscetibilidade de mudança numa perspetiva de enfermagem avançada, e ainda, avaliar, registar e divulgar os resultados da ação /
intervenção de enfermagem produtoras de resultados sensíveis nas pessoas cuidadas.
Das 188 h OT, 182H destinam-se à realização do Relatório Final do curso e 6H para supervisão clínica.
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complexas de saúde ¿ Recursos e competências. In Relatório sobre resultados do projeto de investigação e desenvolvimento. LAB INV
DESPORTO E SAÚDE, 60-65. IPS.
Cordeiro, M.; & Menoita, E. (2012). Manual de boas práticas na reabilitação respiratória. Conceitos, princípios e técnicas. Lusociência.
Costa, M. B. (Coord.). (2020). Guia Orientador de Boa Prática em Enfermagem de Reabilitação Cardíaca. Ordem dos Enfermeiros.
Ordem dos Enfermeiros-Conselho de Enfermagem e Mesa do Colégio de Enfermagem de Reabilitação (2018). Guia Orientador de Boa
Prática: Reabilitação Respiratória, Cadernos OE, Série I, nº10.
Novo, A, Delgado, B., Mendes, E., Lopes, I., Preto, L., & Loureiro, M. (Orgs.) (2020). Reabilitação Cardíaca - Evidência e Fundamentos
para a Prática. Lusodidata.
Ribeiro, O. (2021). Enfermagem de Reabilitação - Conceções e Práticas. Lidel