| Código: | MESMO112 | Sigla: | AMGPP | |
| Área Científica: | Saúde | |||
| Área de Ensino: | 2º Ciclo |
| Sigla | Nº de Estudantes | Plano de Estudos | Ano Curricular | Créditos | Horas Contacto | Horas Totais |
|---|---|---|---|---|---|---|
| MESMO | 8 | Despacho n.º 5588/2023 | 1º | 3 | 29 | 84 |
| Ensino Teórico: | 0,00 |
| Teórico-Práticas: | 0,00 |
| Trabalho de Campo: | 0,00 |
| Seminários: | 0,00 |
Docência - Horas Semanais
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Docência - Responsabilidades
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Comunicação intercultural com a mulher inserida na família e comunidade
Consciência, Conhecimento e Habilidades Culturais para a preparação dos Encontros com a mulher/casal/família e grupo-alvo (mulheres em idade fértil) no contexto onde se encontram
Etnocentrismo e ethnorelativism e os cuidados de saúde no processo de comunicação intercultural
Estratégias de prevenção e resolução de choques e conflitos culturais na intervenção na mulher inserida na família e comunidade
A mediação intercultural como instrumento nos contextos familiares na comunidade
Literacia em saúde e mulher/casal/família e grupo-alvo culturalmente diversos
Contextos de cuidados culturalmente seguros
Unidades de saúde culturalmente recetivas
Pretende-se que o mestrando enquadre a intervenção do profissional de saúde à mulher inserida na família e comunidade, tomando como foco de atenção as especificidades étnicas e culturais, gerindo os riscos e benefícios em saúde orientados em evidência científica, de forma a garantir a qualidade do exercício profissional.
Pretende-se preparar os mestrandos para a especificidade dos encontros na sua diversidade cultural, quer pela barreira da língua quer com o desconhecimento mútuo de caraterísticas étnicas e culturais entre quem cuida e quem é cuidado. As estratégias de intervenção mobilizadas, contribuem para a prevenção e resolução de choques e conflitos culturais e fomentam cuidados culturalmente seguros na mulher inserida na família e comunidade.
O desenvolvimento das diferentes estratégias aprendidas, promove a coerência da prática profissional, numa abordagem multi e interprofissional, tendo em conta a realidade nacional.
Ensino teórico e teórico-prático, numa abordagem teórico-concetual das diferentes temáticas, conjugado com trabalho individual e de pequenos grupos em sala de aula e em trabalho de campo. Serão utilizadas as estratégias: leitura e análise de textos; análise de problemas relacionados com a prática e reflexividade na ação. ---Sociodrama
A componente autónoma da UC concretizasse através da leitura, reflexão crítica e sistematização de ideias fundamentais ao desenvolvimento de competências.
Avaliação contínua: um trabalho de grupo, sob a forma de artigo/poster (50%) e a apresentação oral em seminário, considerando a dimensão individual, (50%), devendo esta ser igual ou superior a 10 valores.
Para aprovação à UC, a classificação deve ser no mínimo de 10 valores.
Os objetivos definidos são previsivelmente atingidos através das diferentes metodologias de ensino implementadas, promotoras do participação ativa do mestrando no processo de ensino e aprendizagem, para o desenvolvimento do pensamento crítico-reflexivo, baseado num corpo de conhecimentos científicos.
A utilização de estratégias participativas/interativas favorecem a reflexividade nos mestrandos, capacitando-os para demonstrar a integração de conhecimentos e competências na especificidade dos cuidados de saúde em contextos multiculturais.
A análise e mobilização de fontes documentais concorrem para a elaboração do poster em grupo, apresentado e discutido em Seminário e priveligia uma prática baseada na evidência.
Mateus, C., Oliveira, E., Marante, S., Capucho, S. L., Cordeiro, R., & Calha, A. (2020). Transculturalidade, uma realidade nos cuidados de saúde. Saúde & Sociedade, 1-8.
Moita, M. A., & Silva, A. L. (2016). Modelos de Competência Cultural: Uma Análise Crítica. Pensar Enfermagem, 20, Nº2, 72-88.
Nunes, M. L., & Ramos, N. (2011). Cuidar em contexto de diversidade cultural. Representações e vivências do corpo em diferentes culturas. RECIIS, 5(4), 70-86.
Reis, A., Saboga-Nunes, L., Spínola, A., Santos, I., & Santiago, C. (2019). Communicating with migrants: children¿s health literacy, digital technology, health promotion tools. European Journal of Public Health, 29(Supplement_4), 183-184.
Santiago, C. (2020). A perspetiva da mulher migrante sobre o processo de interação com os enfermeiros durante a gravidez ao pós-parto [Tese de doutoramento, Universidade de Lisboa]. Repositório aberto da Universidade de Lisboa.