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Fisiologia do Esforço

Código: DNTA5203    Sigla: FE
Área Científica: Ciências do Desporto

Ocorrência: 2026/27 - 1S

Área de Ensino: Ciências do Desporto

Cursos

Sigla Nº de Estudantes Plano de Estudos Ano Curricular Créditos Horas Contacto Horas Totais
LLDNT1 29 DGES - R/A-EF 3308/2011/AL03, de 06/07/2026 2º 5 45,5 125

Horas Efetivamente Lecionadas

DNTA-2-T1

Ensino Teórico: 0,00
Teórico-Práticas: 0,00
Ensino Prático e Laboratorial: 0,00

Docência - Horas Semanais

Ensino Teórico: 1,30
Teórico-Práticas: 0,86
Ensino Prático e Laboratorial: 0,86

Tipo Docente Turmas Horas
Ensino Teórico Totais 1 1,30
João Paulo Reis Gonçalves Moreira de Brito - ESD   1,30
Teórico-Práticas Totais 1 0,86
João Paulo Reis Gonçalves Moreira de Brito - ESD   0,87
Ensino Prático e Laboratorial Totais 1 0,86
João Paulo Reis Gonçalves Moreira de Brito - ESD   0,87

Docência - Responsabilidades

Docente Responsabilidade
João Paulo Reis Gonçalves Moreira de Brito - ESD Responsável

Objetivos de aprendizagem e a sua compatibilidade com o método de ensino (conhecimentos, aptidões e competências a desenvolver pelos estudantes)

- Conhecimentos: Conhecer e explicar as especificidades das adaptações fisiológicas crónicas e agudas ao esforço em função da idade; Conhecer os processos adaptativos e mecanismos de fadiga; Conhecer os mecanismos e limites biológicos da adaptabilidade e treinabilidade humanas; Descrever os processos metabólicos aeróbios e anaeróbios; Conhecer as principais adaptações ventilatórias, cardiorrespiratórias, hemodinâmicas, neuromusculares e neurohormonais durante uma ou mais sessões de atividade física. Competências: a) Avaliar e interpretar parâmetros ventilatórios e pulmonares , o limiar anaeróbio (lactatémia e limiar anaeróbio ventilatório) e capacidades funcionais; Controlar e avaliar as características gerais dos exercícios, através do consumo de oxigénio, frequência cardíaca, pressão arterial e escala de perceção subjetiva de esforço; Capacidade de controlar os princípios fisiológicos envolvidos nas adaptações neuromusculares.

Conteúdos programáticos

Conceitos de estímulo e adaptação, relação estímulo e adaptação, síndrome geral de adaptação ao Stress, Bioenergética, Metabolismo energético muscular esquelético, Adaptações metabólicas, Adaptações pulmonares, Função ventilatória, Adaptações cardiovasculares, Adaptações musculares, Introdução ao estudo da fadiga, Ergometria, Adaptações endócrinas, termoregulação, equilíbrio hídrico e electrolítico, Fisiologia do exercício em condições extremas de pressão e altitude.

Demonstração da coerência dos conteúdos programáticos com os objetivos de aprendizagem da unidade curricular

Os objetivos da UC definidos para a UC são o conhecimentos dos conteúdos relativos aos processos de adaptação crónica e aguda das diferentes estruturas e funções orgânicas face ao exercício.

Para a concretização dos objetivos de aprendizagem das UCs, previamente definidos, os programas das diferentes unidades curriculares seguem um modelo em que se apresentam os objetivos, o programa, o método de avaliação e a bibliografia. Este programa é distribuído e explanado aos Estudantes na aula de apresentação. Pretende-se que os objetivos de aprendizagem das unidades curriculares sejam atempadamente explicitados.

Metodologias de ensino e de aprendizagem específicas da unidade curricular articuladas com o modelo pedagógico

Os tópicos a serem tratados ao longo da UC serão examinados através de exposição teórica e de atividades de natureza prática. As
abordagens metodológicas serão baseadas nas necessidades comunicativas dos alunos e adequadas às suas características como
futuros técnicos de exercício físico: exposição direta ao uso das competências e a situações problema enunciados oralmente e  em textos selecionados; participação direta em interação comunicativa e em tarefas especialmente concebidas; combinação de apresentações, explicações e atividades de exploração. Os alunos terão tarefas de leitura em cada um dos tópicos do programa e deverão demonstrar empenho nas discussões em sala de aula. 
As sessões são compostas por transmissão de informação e de aplicação dos instrumentos, metodologias e de procedimentos apresentados.


Avaliação

 O regime de frequência é definido nos termos do artigo 11.º do Regulamento de Avaliação de Conhecimentos e Competências da ESDRM, salvaguardando-se as condições aplicáveis aos alunos em situação especial. Regime de frequência PRESENCIAL (avaliação contínua): 1) Teste escrito (70%): prova de escolha múltipla sobre os conteúdos teóricos (T1-T10), realizada em contexto de aula TP/PL. 2) Estudo de caso integrador (25%): elaboração, apresentação e discussão de um plano de treino, desenvolvido em grupos de até 5 estudantes, com apresentação individual de cada elemento. 3) Participação e assiduidade (5%): avaliação do envolvimento e da presença (2/3) nas aulas. O cálculo da classificação final é igual à média ponderada das classificações dos elementos de avaliação. Regime NÃO PRESENCIAL (avaliação final = época normal, de recurso ou especial): a não indicação, no moodle, da opção de frequência (avaliação continua ou por exame final) é assumida como avaliação NÃO PRESENCIAL. A avaliação NÃO PRESENCIAL é composta por: 1 prova oral (conteúdos teóricos e de prática laboratorial) e 1 prova escrita, com nota mínima em cada prova de 9,5 valores. Classificação final=(prova oral + prova escrita)/2. Alunos em situação especial: Os alunos abrangidos por regimes especiais definidos na Lei ou em regulamento específico devem dirigir-se ao Regente da Unidade Curricular, de modo a formalizar um modelo de avaliação ajustado às suas condições específicas, garantindo, em qualquer circunstância, a avaliação dos conhecimentos e competências definidos para a Unidade Curricular.

Demonstração da coerência das metodologias de ensino e avaliação com os objetivos de aprendizagem da unidade curricular

A unidade curricular adotada a avaliação contínua sob a forma de testes. pratica laboratorial e da realização e apresentação de trabalhos. As diferentes componentes pretendem dar resposta aos objetivos de aprendizagem. Pretende-se avaliar conhecimentos e competências devidamente identificadas no programa. No que respeita às metodologias de ensino/aprendizagem pretende-se uma transferência das metodologias de ensino principalmente unidireccional para metodologias ditas bidireccionais, fundamentadas em particular nas novas tecnologias de informação. Estas potenciam o envolvimento dos Estudantes na concretização dos objetivos coletivos e individuais de aquisição de competências, principalmente numa perspectiva profissionalizante como é exigida no contexto do Ensino Superior Politécnico. Esta metodologia incentiva o trabalho autónomo ao propor, por exemplo, a resolução de exercícios e problemas específicos após as aulas, a realização de visitas de estudo, de palestras

Bibliografia de consulta (existência obrigatória)

ACSM (2025). ACSM's guidelines for exercise testing and prescription (12th ed.). Wolters Kluwer.
Bishop, D. J., et al, (2025). Physical Activity and Exercise Intensity Terminology: A Joint ACSM Expert Statement and Exercise and Sport Science Australia (ESSA) Consensus Statement. Medicine and science in sports and exercise, 57(11), 2599¿2613. https://doi.org/10.1249/MSS.0000000000003795
Brito, JP., et al. (2018). Fisiologia do Exercício - Fichas de Prática Laboratorial. Volume II. Ed. ESDRM-IPS, Rio Maior, Portugal. ISBN: 978-989-8768-25-4.
McArdle, et al (2023). Exercise physiology: Nutrition, energy, and human performance (9th ed.). Wolters Kluwer.
Powers, S. K., et al (2023). Exercise physiology: Theory and application to fitness and performance (12th ed.). McGraw Hill.


Observações