3. Especificidades de cada uma das capacidades condicionantes
4. As capacidades condicionantes: relação com as diversas atividades física
5. Atividades físicas condicionantes:
5.1.Sessão de treino (Plano de Treino: Objetivos gerais e específicos; Exercícios; Componentes críticas; Velocidade de execução); 5.2.Estrutura da aula; 5.3.Metodologias de ensino de cada atividade; 5.4.Equipamento e materiais; 5.5.Linhas orientadoras de prevenção de lesões; 5.6.Higiene
6. Treino resistência manual
7. Treino sistémico da ajuda
8. Vendas e retenção de clientes
Demonstração da coerência dos conteúdos programáticos com os objetivos de aprendizagem da unidade curricular
Os conteúdos programáticos estão diretamente articulados com os objetivos de aprendizagem, assegurando a sua concretização de forma progressiva e integrada. Os conteúdos 1 a 4 permitem adquirir os conhecimentos relativos ao conceito, características, especificidades e benefícios das capacidades condicionantes (força, resistência, velocidade e flexibilidade), correspondendo aos objetivos 1 e 2. Os conteúdos 5 a 7 operacionalizam os objetivos 1, 3 e 4, através da aplicação das capacidades condicionantes em diferentes atividades físicas, do planeamento e estruturação de sessões, das metodologias de ensino, dos equipamentos e materiais, da prevenção de lesões e da higiene, bem como de formas específicas de treino. Estes conteúdos permitem aos estudantes conceber e orientar programas e sessões adequados às características e objetivos dos praticantes, promovendo estilos de vida saudáveis. Por fim, o conteúdo 8 responde diretamente ao objetivo 5, através da abordagem de estratégias de vendas e retenção de clientes.
Metodologias de ensino e de aprendizagem específicas da unidade curricular articuladas com o modelo pedagógico
As metodologias de ensino e de aprendizagem privilegiam uma abordagem ativa, experiencial e centrada no estudante, articulando a aquisição de conhecimentos com a sua aplicação prática no domínio das capacidades condicionantes e da atividade física.
As aulas integram exposição e sistematização de conteúdos, demonstração, experimentação, prática orientada, discussão e reflexão. Através de exercícios e tarefas técnicas e pedagógicas, os estudantes aplicam diferentes métodos de desenvolvimento da força, resistência, velocidade e flexibilidade, considerando as características e objetivos dos praticantes.
É promovida a intervenção ativa, individualmente e em pequenos grupos, através da realização de tarefas práticas, elaboração de planos de treino e participação na organização e orientação de sessões. Estas experiências desenvolvem competências de planeamento, liderança, comunicação e tomada de decisão.
O trabalho autónomo complementa as atividades presenciais através de pesquisa e aprofundamento dos conteúdos. A plataforma Moodle da ESDRM disponibiliza materiais e orientações de apoio ao estudo autónomo. O feedback formativo e a reflexão sobre as experiências práticas favorecem a regulação da aprendizagem, a autonomia e uma postura crítica e responsável.
Avaliação
Os processos de avaliação disponíveis são a avaliação contínua e avaliação final.
Avaliação Contínua: Avaliação Prática (50%; nota mínima:10 valores); Trabalho Escrito (30%; nota mínima:10 valores); Exercícios em Trabalho autónomo (20%; nota mínima:10 valores).
Avaliação Final: Exame Prático (50%; nota mínima:10 valores); Exame Teórico (40%; nota mínima:10 valores); Prova Oral (10%; nota mínima:10 valores).
Os alunos para acederem à avaliação contínua deve cumprir com pelo menos 80% de presenças nas horas de contato, exceto os alunos em situação especial. Os alunos em regime especial devem dirigir-se ao regente de modo a formalizar um modelo de avaliação personalizado e ajustado às suas condições específicas.
Demonstração da coerência das metodologias de ensino e avaliação com os objetivos de aprendizagem da unidade curricular
As metodologias de ensino e aprendizagem encontram-se articuladas com os objetivos da unidade curricular, promovendo a integração entre a aquisição de conhecimentos e a sua aplicação prática. A exposição e sistematização dos conteúdos permitem aos estudantes adquirir os conhecimentos necessários à compreensão das capacidades condicionantes, das suas especificidades, benefícios e formas de aplicação.
Nas aulas teórico-práticas são utilizadas metodologias interativas e de experimentação, através de exercícios, tarefas práticas e situações de aplicação, permitindo aos estudantes desenvolver competências de planeamento, organização e orientação de sessões de atividade física, adequadas às características e objetivos dos praticantes. A participação individual e em grupo favorece ainda a comunicação, a tomada de decisão e a autonomia.
A avaliação, através da componente prática e da realização de planos de treino/sessão, permite verificar a aquisição e aplicação dos conhecimentos e competências previstos nos objetivos de aprendizagem. A abordagem de situações relacionadas com vendas e retenção permite igualmente avaliar a capacidade de aplicação de estratégias de intervenção neste domínio.
Deste modo, as metodologias de ensino e os processos de avaliação contribuem de forma integrada para o desenvolvimento dos conhecimentos, competências e atitudes previstos nos cinco objetivos da unidade curricular.
Bibliografia de consulta (existência obrigatória)
American College of Sports Medicine (2025). ACSM's Guidelines for Exercise Testing and Prescription (12th Ed.). Philadelphia: Wolters Kluwer.
Aaberg, E. (2007). Resistance Training Instruction. Champaign: Human Kinetics.
Baechle, T. R., & Earle, R. W. (2000). Essentials of Strength Training and Conditioning: National Strength and Conditioning Association (2 ed.). Champaign, IL: Human Kinetics.
Goldenberg, L. & Twist, P. (2007). Strength Ball Training. Champaign, Il: Human Kinetics.
Gomes, A. C. (2002). Treinamento desportivo: estruturação e periodização. Porto Alegre:Artmed.
McAtee, R. E. & Charland, J (2007). Facilitated Stretching. Champaign, Il: Human Kinetics.
Nelson, A. G. & Kokkonen, Jouko (2007). Stretching Anatomy. Champaign, Il: Human Kinetics.
Seibert, R. (Ed.). (2004). Group Strength Training. San Diego, California: ACE.
Stone, M. H.; Stone, M.; Sands, W. A. (2007). Principles and Practice of Resistance Training. Champaign, Il: Human Kinetics.