| Código: | LE-PE | Sigla: | PE | |
| Área Científica: | Enfermagem | |||
| Área de Ensino: | 1º Ciclo |
| Sigla | Nº de Estudantes | Plano de Estudos | Ano Curricular | Créditos | Horas Contacto | Horas Totais |
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| L3ENF1 | 66 | Licenciatura Enfermagem 2026 | 3º | 3,5 |
Docência - Horas Semanais
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Docência - Responsabilidades
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Considerando que a reflexão e análise da prática pode constituir-se num processo importante para a aprendizagem e desenvolvimento, organiza-se a continuidade do estudo das teorias e modelos de enfermagem a partir das experiências de ensino clínico, em que o estudante, teve oportunidade, não apenas de prestar cuidados, mas também de observar e analisar cuidados prestados por enfermeiros, o que irá facilitar a compreensão da importância da sua aplicabilidade.
Para que o estudante reconheça a importância da autonomia em enfermagem é imprescindível que mobilize os documentos legais que consubstanciem a autonomia profissional do enfermeiro e reconheça que é essa autonomia profissional que lhe permite realizar funções autónomas. Nestas intervenções de enfermagem autónomas realizadas pelos enfermeiros, sob sua única e exclusiva iniciativa e responsabilidade, é essencial que o estudante tenha conhecimentos sobre novas intervenções do cuidar em enfermagem.
Na abordagem desta unidade curricular, além do recurso a sessões expositivas segundo o método interativo pretende-se que os estudantes participem na sua própria aprendizagem, com consequente aumento da motivação, promovendo-se a análise de documentos, que irão proporcionar um enriquecimento da aprendizagem.
É na prática que as teorias e modelos de enfermagem assumem visibilidade sendo, para tal, necessário que os enfermeiros de forma consciente reconheçam o seu valor e a sua necessidade. Assim, visando estimular a pesquisa sobre a temática, a responsabilização individual, tornando numa tarefa agradável, produtiva e eficaz o conhecimento sobre teorias e modelos de enfermagem pretende-se que o estudante aprofunde os conhecimentos sobre a aplicabilidade dos modelos teóricos de enfermagem, refletindo e analisando, as experiências vividas em ensino clínico.
Por outro lado, o recurso a aulas teórico-práticas, de orientação tutorial e seminário no que se refere às temáticas organizadoras, visa promover a prática de cuidados no âmbito da autonomia em enfermagem.
A discussão final sobre as temáticas trabalhadas será feita em seminário sob a forma oral.
Decreto-Lei n.º 161/96, de 4 de setembro. Diário da República n.º 205 ¿ I Série-A. Ministério da Saúde. Lisboa.
Fawcett, J., & Desanto-Madeya, S. (2013). Contemporary nursing knowledge: Analysis and evaluation of nursing models and theories (3rd ed.). F. A. Davis Company.
Fernandes, S. D., & Martins, M. J. (2014). A visibilidade da enfermagem, dando voz à profissão: Revisão integrativa. Revista de enfermagem UFPE on line, 8(supl. 1), 2422-2433.
Ribeiro, J. S. (2011). Autonomia profissional dos enfermeiros. Revista de Enfermagem Referência, 5, 27-36.
Santos, I. (2013). Enfermagem à procura de si: Integrando modalidades terapêuticas não convencionais no processo de cuidados. Lusociência.
Snyder, L., Lindquist, R., & Tracy, M.F. (2014). Complementary/alternative therapies in nursing (7th ed.). Springer Publishing.
Tomey, A. & Alligood, M. (2004). Teóricas de enfermagem e sua obra: Modelos e teorias de enfermagem (5ª ed.). Loures: Lusociência.
Bibliografia complementar recomendada
Lopes, M. J. (Coord.). (2026). Raciocínio clínico em enfermagem. Lidel.