| Código: | MECSF04 | Sigla: | FESF | |
| Área Científica: | Enfermagem | |||
| Área de Ensino: | 2º Ciclo |
| Sigla | Nº de Estudantes | Plano de Estudos | Ano Curricular | Créditos | Horas Contacto | Horas Totais |
|---|---|---|---|---|---|---|
| MEC-SF | 15 | Enfermagem Comunitária - Área Enf Saúde Familiar | 1º | 6 | 75 | 150 |
| Ensino Teórico: | 0,00 |
| Teórico-Práticas: | 0,00 |
| Seminários: | 0,00 |
Docência - Horas Semanais
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Docência - Responsabilidades
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Evolução Histórica da Saúde Familiar: Enquadramento histórico e suas implicações numa conceção global de saúde; Perspetiva atual e futura; Políticas sociais e de saúde da família
Intervenção Familiar como Referencial em Enfermagem de Saúde Familiar: Referências internacionais e nacionais da enfermagem de saúde familiar
Enfermagem de Saúde Familiar: referenciais onto-epistemológicos: Teoria de enfermagem de família, Teoria de desenvolvimento familiar, Teoria dos sistemas familiares
Os conteúdos programáticos foram estruturados de forma a atingir os objetivos delineados, visando uma perspetiva histórica da saúde familiar e respetivas políticas sociais; Enquadramento da família nos cuidados de saúde primários com base em referências nacionais e internacionais e análise dos referenciais epistemológicos em enfermagem de saúde familiar. O docente explicita os objetivos a alcançar em cada capítulo na integração à unidade curricular. Por outro lado, os temas a desenvolver são potenciadores da reflexão crítica por parte dos estudantes, quer face aos próprios conteúdos da unidade curricular, quer na sua relação com o contexto da prática clinica. A UC integra conteúdos programáticos que têm por base os objetivos delineados. Os conteúdos programáticos estão organizados pelo referencial teórico inerente aos referenciais sociopolíticos e epistemológicos.
As metodologias centram-se em aulas teóricas com a participação ativa dos estudantes e baseiam-se no método expositivo oral e direto, com recurso aos meios audiovisuais mais apropriados. Nas aulas teórico-práticas na resolução de problemas/análise e reflexão critica, organização/avaliação de projetos e trabalhos de grupo sob a orientação do corpo docente. Através destas metodologias pretende-se desenvolver no estudante a análise critica/reflexiva.
As metodologias pedagógicas ativas, como a aprendizagem cooperativa, os mapas de conceitos, os dilemas, problematização da
realidade; Mobilizam-se estratégias que promovem a motivação, envolvimento, pensamento crítico e reflexivo, possibilidade de o estudante ter feedback imediato, desenvolvimento de competências cognitivas de nível superior, aprendizagem profunda e resolução de problemas complexos. Planeamento de sessões interativas com questionamento critico, debates, de modo a incrementar a motivação para os conteúdos, para os mestrandos e o docente entendido como um ¿facilitador¿. Nas horas de trabalho autónomo, os estudantes serão orientados para a realização do trabalho individual ou de grupo. Nas aulas de seminários criam-se momentos integradores dos saberes em que os estudantes dão sentido às aprendizagens desenvolvidas no decorrer da UC apresentando a pesquisa e reflexão efetuada revelando o domínio das competências desenvolvidas pela transferência de conhecimentos na área especifica do enfermeiro de família.
Avaliação de grupo (trabalho escrito - 60%)
Avaliação individual (apresentação oral - 40%)
O resultado final da UC corresponde à média ponderada das avaliações individual e de grupo.
A aprovação à unidade curricular pressupõe uma classificação superior ou ingual a 10 valores. caso o estudante não atinja a nota mínima terá disponíveis as épocas de exame, mediante inscrição
A implementação das diferentes metodologias de ensino, visa garantir a coerência dos conteúdos programáticos em função dos objetivos e sua relação com a aprendizagem dos estudantes e por conseguinte a avaliação, promovendo nos mesmos a capacidade de mobilizar e aplicar conhecimentos nos contextos das práticas em saúde familiar. As metodologias adotadas pretendem o desenvolvimento do saber/conhecimento teórico e, posteriormente, a mobilização dos conhecimentos e competências desenvolvidas, para contextos mais específicos e aplicados à prática clínica de enfermagem de família. Assim, para facilitar a concretização dos objetivos e a avaliação da UC o docente dará a conhecer e discute os objetivos com os estudantes no início e ao longo da UC; explicita os objetivos a alcançar e valida se os mesmos são conseguidos, porquanto cada estudante deve demostrar se atingiu os objetivos definidos no trabalho individual ou de grupo e teste escrito individual. Será efetuado o enquadramento teórico no início de cada conteúdo programático, procurando estabelecer uma relação com o conhecimento já adquirido pelos estudantes noutros ciclos de estudos noutras unidades curriculares e/ou nos contextos das suas práticas, experiências e saberes. Ao longo da UC procura-se desenvolver, nos estudantes, competências cognitivas e motivacionais para a importância e compreensão das temáticas no contexto atual e real da prática clínica, contribuindo para uma melhor perceção e compreensão dos objetivos que se pretendem alcançar. As metodologias adotadas, centradas no estudante, serão facilitadoras do desenvolvimento de competências e conducentes aos objetivos apresentados e privilegiam o envolvimento dos estudantes na resolução de situações problema e discussão em grupo, permitindo o trabalho em equipa e o desenvolvimento de competências úteis para valorização pessoal e profissional. Visam garantir a coerência dos conteúdos programáticos em função dos objetivos e a sua relação com a aprendizagem, promovendo a capacidade de mobilizar e aplicar conhecimentos nos contextos das práticas em saúde familiar. A possibilidade da realização de um trabalho de grupo ou individual proporcionará a compreensão e aplicação das temáticas abordadas, assim como permitirá a partilha de conhecimentos e experiências entre o grupo, contacto com outras realidades através da pesquisa e também constitui uma oportunidade de trabalho em equipa desenvolvendo competências na área especifica.
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Pinto, C., Chaves, C., Duarte, J., Amaral, O., & Gonçalves, A. (2021). Influência das características sociodemográficas e familiares na adesão ao tratamento das pessoas hipertensas na comunidade. Millenium, 2(e espec nº9), 197-206. https://doi.org/10.29352/mill029e.25070
Wright, L.M., & Leahey, M. (2019). Nurses and families: A Guide to Family Assessment and Intervention (7ª ed) USD
Relvas, A., Major, S. (2014). Avaliação Familiar: funcionamento e intervenção. Coimbra: Imprensa da UC