Código: | TAC16 | Sigla: | TAPI | |
Área Científica: | Psicologia |
Área de Ensino: | Educação e Currículo |
Sigla | Nº de Estudantes | Plano de Estudos | Ano Curricular | Créditos | Horas Contacto | Horas Totais |
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TACJ | 13 | Aviso n.º 14258/2015 | 2º | 5 |
Teórico-Práticas: | 32,00 |
Docência - Horas Semanais
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Docência - Responsabilidades
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Português
No final desta Unidade de Formação pretende-se que os formandos sejam capazes de:
- Encarar-se enquanto sujeitos de aprendizagem, tomando consciência da sua própria forma / estilo de aprender;
- Analisar as relações entre desenvolvimento e aprendizagem;
- Realizar uma análise descritiva, comparativa e crítica de abordagens diferenciadas à aprendizagem;
- Identificar as implicações dessas abordagens para a prática pedagógica;
- Identificar e analisar variáveis condicionadoras da aprendizagem;
- Encarar-se enquanto mediadores de aprendizagens.
1. Teorias psicológicas, ideologias e aprendizagem: as abordagens comportamentalistas, cognitivistas e sócio-construtivistas e as suas implicações pedagógicas.
2. Variáveis condicionadoras da aprendizagem: as variáveis do sujeito, do conteúdo, do processo e do contexto.
3. O profissional de educação no processo de ensino-aprendizagem: a ação de gestão estratégica da equipa educativa face ao currículo.
4. Pedagogia da infância. Modelos e gramáticas educativas na fundamentação da prática pedagógica
Procuramos que através do conhecimento dos vários conteúdos programáticos propostos, os estudantes identifiquem as suas implicações para a prática pedagógica e se perspectivem enquanto mediadores da aprendizagem de crianças e jovens.
A abordagem a esta Unidade de Formação organiza-se globalmente em momentos alternados de apresentações pela docente e de trabalhos individuais ou em pequenos grupos elaborados pelos estudantes.
Avaliação
- 1 Ficha de avaliação (50%)
- Apresentação oral e debate de trabalhos individuais e/ou em grupo (40%)
- Participação nas aulas (10%)
Ficha de avaliação (50%)
Visamos que os formandos possam organizar e apropriar-se de instrumentos conceptuais que ajudem a perspectivar as várias componentes implicadas no processo educativo, como partes de um todo organizado. Neste sentido são valorizadas as seguintes metodologias:
BRICKMAN, N.; LYNN, S .T. (1996) Aprendizagem activa, Lisboa: F.C. Gulbenkian
EDWARDS, C., GANDINI, L., FORMAN, G. (1999). As Cem Linguagens da Criança. Porto Alegre: Artmed.
HOHMANN, M., BANET, B., WEIKART, D. (1984). A criança em acção. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian.
KATZ, L. G.. & CHARD, S. (1997). A Abordagem de Projecto na Educação de Infância. Lisboa: Fundação Gulbenkian.
LAEVERS, F. (2004). Educação Experiencial: tornando a Educação infantil mais efetiva através do bem-estar e do envolvimento. Contrapontos, 4(1), 57-69.
OLIVEIRA-FORMOSINHO, J. (Org.) (2013). Modelos curriculares para a Educação de Infância. Construindo uma práxis de participação. 4ª Edição. Porto, Porto Ed.