• EN
  • Facebook
  • Instagram
  • Youtube
  • Linkedin
Você está em: Início > Ensino > Unidades Curriculares > TZOO1152
Autenticação
ATENÇÃO: Este site utiliza cookies. Ao navegar no site estará a consentir a sua utilização.

Pastagens, Forragens e Arvenses

Código: TZOO1152    Sigla: PFA
Área Científica: Produção Agrícola e Animal

Ocorrência: 2024/25 - 2S

Área de Ensino: Produção Agrícola - PAG

Cursos

Sigla Nº de Estudantes Plano de Estudos Ano Curricular Créditos Horas Contacto Horas Totais
TZOO 37 Despacho n.º 8233/2018 de 21/08 5

Horas Efetivamente Lecionadas

TZOO_1_A

Teórico-Práticas: 28,00

Docência - Horas Semanais

Teórico-Práticas: 4,00

Tipo Docente Turmas Horas
Teórico-Práticas Totais 1 4,00
Artur José Guerra Amaral - ESA   0,80
Filipe José Nogueira Madeira - ESA   1,60
Tiago André Fialho Coelho dos Reis - ESA   1,60

Docência - Responsabilidades

Docente Responsabilidade
Filipe José Nogueira Madeira - ESA Responsável

Objetivos de aprendizagem e a sua compatibilidade com o método de ensino (conhecimentos, aptidões e competências a desenvolver pelos estudantes)

Aquisição de conhecimentos e desenvolvimento de competências no domínio das pastagens, forragens e arvenses, enquadrando-as devidamente nos sistemas de produção existentes, sabendo planear, aplicar e executar as técnicas necessárias à sua correta implementação e/ou condução nas empresas agrícolas.

Conteúdos programáticos

Caracterização edáfica e climática do meio ambiente (Portugal mediterrânico e Portugal atlântico); Caracterização técnico-cultural das culturas arvenses para a produção de grão: cereais de pragana; proteaginosas nas Rotações de Sequeiro Mediterrânico; Conceitos introdutórios: definição de pastagem, forragem, planta pratense e cultura arvense; classificação das culturas arvenses, das pastagens e forragens; considerações biológicas básicas; relação ciclo biológico, meio edáfico e climático, tipo de pastagem. Importância económica das culturas arvenses, forrageiras e pratenses. Estudo da flora pratense e forrageira: conceitos básicos de fitogeografia; gramíneas; leguminosas; plantas forrageiras. Conservação de forragens. Acompanhamento e execução de operações culturais no campo. 


Demonstração da coerência dos conteúdos programáticos com os objetivos de aprendizagem da unidade curricular

Nas sessões teórico-práticas e visitas de estudo apresentam-se os conceitos fundamentais dos sistemas pratenses, forrageiros e arvenses. Desenvolvendo competências para a compreensão de procedimentos inerentes à exploração agrícola e pecuária, em situações reais e no tecido empresarial. O trabalho independente, permitirá a consolidação de conhecimentos das matérias leccionadas.

Metodologias de ensino e de aprendizagem específicas da unidade curricular articuladas com o modelo pedagógico

As aulas serão desenvolvidas em sessões teórico-práticas, maioritariamente, mas também em práticas de campo, seminários, visitas de estudo e elaboração de trabalhos práticos. Procurar-se-á estimular o trabalho individual e em grupo.
Ao longo do semestre, as aulas serão lecionadas principalmente em sessões teórico-práticas, complementadas sempre que possível por práticas de campo, seminários e visitas de estudo. Serão utilizados métodos pedagógicos variados, incluindo o expositivo, o demonstrativo e o ativo.
Nas aulas teóricas, os conteúdos serão maioritariamente apresentados através de diapositivos em PowerPoint, podendo também ser incluídos excertos de vídeos, quando necessário.
Durantes as aulas serão propostos exercícios, de modo que os alunos elaborem trabalhos práticos. Procurar-se-á estimular o trabalho individual e em grupo. Ocasionalmente, poderá ser necessário o uso de computadores para a realização de exercícios em sala, assim como o recurso a plataformas de e-learning, como Zoom ou Microsoft Teams, para a realização de videoconferências.
Os alunos serão continuamente incentivados a participar de forma ativa, tanto nas discussões das matérias como na execução dos exercícios propostos. Esta participação será essencial para o desenvolvimento das competências necessárias e para a consolidação dos conhecimentos adquiridos.


Avaliação

Avaliação contínua:


Um trabalho prático, realizado em grupo (30%).
Um teste escrito (70%).
Condições de admissão a exame final: estar inscrito na unidade curricular.
Condições de dispensa total:
Obter um mínimo de 10 valores no trabalho prático;
Obter um mínimo de 10 valores no teste escrito;
Fórmula de dispensa total: (0,3 * trabalho prático) + (0,7 * teste escrito) > ou = 10 valores.
Exame final: uma prova escrita.
Classificação final em exame:
Classificação da prova escrita > ou = 10 valores.
ou
0,7 * Classificação da prova escrita + (0,3 * Trabalho Prático) > ou = 10 valores. Em cada uma das componentes a nota mínima terá de ser igual ou superior a 10 valores.

NOTA IMPORTANTE*
Nesta UC é aplicado, até ao máximo de 2 anos, o que consta no REGULAMENTO ACADÉMICO DAS ATIVIDADES LETIVAS E DE AVALIAÇÃO DOS ESTUDANTES DA ESAS: "Artigo 23.º, Avaliação final - Exames.  7. Um estudante inscrito numa UC, mas não aprovado pode manter os resultados nas componentes definidas na FUC, até dois anos letivos consecutivos após a sua obtenção, nos moldes especificados no regime de avaliação da UC, devendo, para o efeito, informar o responsável da UC da sua opção, até 15 dias após o início do respetivo semestre.

Demonstração da coerência das metodologias de ensino e avaliação com os objetivos de aprendizagem da unidade curricular

As aulas expositivas terão como objectivo a aquisição de conhecimentos por parte dos estudantes. Estas serão complementadas com aulas teórica-práticas onde os estudantes terão oportunidade de caracterizar algumas das principais espécies de plantas utilizadas como culturas pratenses, forrageiras e arvenses, acompanhando o ciclo de desenvolvimento, bem como o itinerário cultural de algumas destas culturas. 

Bibliografia de consulta (existência obrigatória)

Acquaah, G. (2004). Principles of Crop Production: Theory, Techniques and Tecnhology. Prentice Hall. 2nd Ed. 768p.
Guerrero, A. (1999). Cultivos herbaceos extensivos. Madrid., Ediciones Mundi-Prensa. 6ª ed..831p.
Martin J.; Leonar, W.; Stamp, D. (2005) - Principles of Field Crop Production. Prentice Hall. 4th Ed. 865p.
Pardo, E. M.; Garcia, C. R. (1991) Praderas y Forrajes. Produccion y Aprovechamiento. 2ª edicion, . Madrid, Ediciones Mundi-Prensa.
Potes, J. M. (2011). O Montado no Portugal Mediterrânico. Editora Colibri
Trindade, H (1992). Identificação de espécies pratenses e forrageiras. Vila Real, Universidade de Trás-Os-Montes e Alto Douro, 1992 (Série Didáctica).
faostat.fao.org

www.ine.pt
www.dgadr.pt