| Código: | TD5204 | Sigla: | FE | |
| Área Científica: | Ciências do Desporto | |||
| Área de Ensino: | Ciências do Desporto |
| Sigla | Nº de Estudantes | Plano de Estudos | Ano Curricular | Créditos | Horas Contacto | Horas Totais |
|---|---|---|---|---|---|---|
| LLTD | 135 | DGES - R/A-EF 3310/2011/AL03, de 30/06/2026 | 2º | 5 | 45,5 | 125 |
| Ensino Teórico: | 0,00 |
| Teórico-Práticas: | 0,00 |
| Ensino Prático e Laboratorial: | 0,00 |
| Ensino Teórico: | 0,00 |
| Teórico-Práticas: | 0,00 |
| Ensino Prático e Laboratorial: | 0,00 |
| Ensino Teórico: | 0,00 |
| Teórico-Práticas: | 0,00 |
| Ensino Prático e Laboratorial: | 0,00 |
| Ensino Teórico: | 0,00 |
| Teórico-Práticas: | 0,00 |
| Ensino Prático e Laboratorial: | 0,00 |
Docência - Horas Semanais
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Docência - Responsabilidades
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Desenvolver um conhecimento geral das aplicações da Fisiologia do Exercício às atividades físicas;
Familiarizar-se com as metodologias de investigação em Fisiologia do Exercício;
Compreender e explicar as especificidades das adaptações fisiológicas agudas e crónicas relacionadas com o envelhecimento;
Conhecer os processos adaptativos em relação ao fator tempo, às situações específicas da atividade física e aos mecanismos de fadiga;
Conhecer os mecanismos básicos e os limites biológicos da adaptabilidade e da treinabilidade humanas em situações de atividade física;
Conhecer os processos metabólicos aeróbios e anaeróbios em diferentes tarefas físicas;
Conhecer o papel dos diferentes substratos energéticos no metabolismo energético e a sua reflexão no quociente respiratório;
Descrever a relação entre calorimetria direta e indireta;
Conhecer as principais adaptações ventilatórias, cardiorrespiratórias, hemodinâmicas e neuromusculares.
Conceitos de estímulo e adaptação
Relação entre estímulo e adaptação
Síndrome geral de adaptação ao stress
Bioenergética
Metabolismo energético do músculo esquelético
Adaptações metabólicas
Adaptações pulmonares
Função ventilatória
Adaptações cardiovasculares
Adaptações neuromusculares associadas ao treino das capacidades físicas
Eletromiografia e eletroestimulação
Introdução ao estudo da fadiga
Ergometria
Adaptações endócrinas
Termorregulação
Equilíbrio hídrico e eletrolítico
Os objetivos foram definidos para cada unidade curricular, de forma a garantir a necessária coordenação e continuidade lógica ao longo do ano letivo. Relativamente à coordenação entre unidades curriculares, foram realizadas algumas reuniões com outras unidades com maior afinidade, mas tanto docentes como estudantes concordam que deve ser feito um esforço para assegurar que essa coordenação exista em todas as unidades.
Para alcançar os resultados de aprendizagem previamente definidos para as unidades curriculares, seguimos um modelo que apresenta os objetivos, o programa, os métodos de avaliação e a bibliografia. Este programa é partilhado e explicado aos estudantes na apresentação inicial da unidade.
Os temas a abordar ao longo da unidade curricular serão examinados através de exposição teórica e de atividades de natureza prática. As abordagens metodológicas basear-se-ão nas necessidades comunicativas dos estudantes e serão adequadas às suas características como futuros profissionais do exercício físico: exposição direta ao uso de competências e a situações apresentadas oralmente e em textos selecionados; participação ativa em interações comunicativas e em tarefas especialmente concebidas; combinação de apresentações, explicações e atividades exploratórias.
Os estudantes terão trabalhos de leitura atribuídos para cada tema do programa e deverão demonstrar empenho nas discussões em aula.
As sessões serão compostas pela transmissão de informação e pela aplicação dos instrumentos, metodologias e procedimentos apresentados.
O regime de frequência é definido nos termos do artigo 11.º do Regulamento de Avaliação de Conhecimentos e Competências da ESDRM, salvaguardando-se as condições aplicáveis aos alunos em situação especial. Regime de frequência PRESENCIAL (avaliação contínua): 1) Teste escrito (70%): prova de escolha múltipla sobre os conteúdos teóricos (T1-T10), realizada em contexto de aula TP/PL. 2) Estudo de caso integrador (25%): elaboração, apresentação e discussão de um plano de treino, desenvolvido em grupos de até 5 estudantes, com apresentação individual de cada elemento. 3) Participação e assiduidade (5%): avaliação do envolvimento e da presença (2/3) nas aulas. O cálculo da classificação final é igual à média ponderada das classificações dos elementos de avaliação. Regime NÃO PRESENCIAL (avaliação final = época normal, de recurso ou especial): a não indicação, no moodle, da opção de frequência (avaliação continua ou por exame final) é assumida como avaliação NÃO PRESENCIAL. A avaliação NÃO PRESENCIAL é composta por: 1 prova oral (conteúdos teóricos e de prática laboratorial) e 1 prova escrita, com nota mínima em cada prova de 9,5 valores. Classificação final=(prova oral + prova escrita)/2. Alunos em situação especial: Os alunos abrangidos por regimes especiais definidos na Lei ou em regulamento específico devem dirigir-se ao Regente da Unidade Curricular, de modo a formalizar um modelo de avaliação ajustado às suas condições específicas, garantindo, em qualquer circunstância, a avaliação dos conhecimentos e competências definidos para a Unidade Curricular.
Avaliação e Estratégias de Ensino:
A unidade curricular, no âmbito do modelo de avaliação contínua, recorre à realização de múltiplos testes e à atribuição de diversos trabalhos para serem apresentados e discutidos em aula. Os diferentes componentes da avaliação estão alinhados com os objetivos de aprendizagem, sendo o programa global considerado adequado para avaliar os conhecimentos e competências definidos.
A avaliação visa aferir tanto a compreensão teórica como as competências práticas, conforme estabelecido no plano de estudos.
No que diz respeito às estratégias de ensino e aprendizagem, a unidade propõe uma transição de metodologias predominantemente unidirecionais (centradas no docente) para abordagens mais interativas e bidirecionais. Esta transformação é apoiada pelo uso de novas tecnologias de informação, que potenciam o envolvimento dos estudantes na concretização de objetivos coletivos e no desenvolvimento de competências individuais.
Esta mudança pedagógica, alinhada com a orientação vocacional do ensino politécnico, promove a autonomia e incentiva o desenvolvimento de competências empreendedoras e de aprendizagem autodirigida.